Uma paixão de criança [Palavra da Célula]

junho 2, 2010

Paulo disse que precisamos deixar de ser crianças, mas Jesus disse que o reino dos céus é daqueles que são como crianças. Esse é um dos muitos paradoxos bíblicos (Ef 4.14; I Co 3.1-2; I Co 13.11 e I Co 14.20 compare com Mt 18.3 e Lc 18.17).

Mas a quem hei de comparar esta geração? É semelhante a meninos que, sentados nas praças, gritam aos companheiros: Nós vos tocamos flauta, e não dançastes; entoamos lamentações, e não pranteastes. Pois veio João, que não comia nem bebia, e dizem: Tem demônio! Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizem: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores! Mas a sabedoria é justificada por suas obras. (Mt 11.16-19)

Existe uma doença terrível que pode nos acometer: podemos nos tornar radicalmente insatisfeitos e nossa alma pode desaprender os caminhos da alegria e da resposta feliz ao ministério e à vida.
Jesus identificou na geração daqueles dias essa doença e para diagnosticar esse mal o Senhor usou a si mesmo e a João como exemplo.

Primeiro o Pai enviou a João, que não comia nem bebia, e disseram: Tem demônio! Quando o convidavam para sentar-se à mesa ele preferia sentar-se no chão.
Se lhe oferecessem um manjar finíssimo ele iria preferir um gafanhoto cru.Se alguém o convidasse para beber vinho ele iria preferir beber da água do Jordão.

Nem se fala em grife, pois se vestia de peles de camelo e de cabrito.Nunca ia a festas ou reuniões, mas estava sempre no deserto e nos lugares ermos. Quem quisesse ouvi-lo tinha de ir ao deserto. Era o típico esquisitão espiritual. Era cheio de Deus, mas muito esquisito. Mas quando os fariseus o viram pregando o acusaram de ter demônio. Pensavam: “que vida estranha, que tipo de vida horrorosa, que maneira estranha de viver”.

Depois veio Jesus. Ele vive de modo completamente diferente do seu primo, João Batista. Jesus come de tudo. Bebe o que lhe põe a frente. Seu primeiro milagre não foi num deserto, mas num casamento. O milagre é transformar água em vinho para que a festa não se acabe antes da hora.

Seus amigos são os mantidos na periferia. Não possuem pedigree. São destituídos e despojados como pescadores, lavradores e gente simples do povo. Quando convidado a um funeral ele vai e chora.Se convidado a um banquete ele aceita e come, conversa e conta histórias.
Num mesmo dia ele saia de um cemitério em Gadara e vai para a casa de um chefe da sinagoga, Jairo. Ele vai do profano, religiosamente falando, até o mais aceitável. Mas olharam para ele e disseram: “Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores!”

O que o Senhor está dizendo é que nem Deus consegue fazer vocês felizes. Ele mandou João para aqueles que gostam de brincar de funeral, mas vocês não gostaram. Então ele mandou o Messias que liberta os oprimidos com a sua palavra, que destila cura e milagres nos dedos, que fala de Deus enquanto sorri e que chora antes de ressuscitar o morto só para não perder a chance de ser integralmente gente. Mas mesmo assim não gostam. Dizem que é um glutão e amigo de párias.
O que isso tem a ver com você? Quem faz as pessoas se tornarem assim é a religião. A religião nunca se contenta com coisa alguma.

Para abrir a nossa imaginação e percebermos essa realidade Jesus usa a analogia da praça, da brincadeira dos meninos. Jesus lhes diz: vocês são como meninos na praça, mas são uns meninos emburrados. Sofrem de um mal humor crônico.
Um grupo diz: “vamos brincar de enterro?” O outro rejeita. Daí esse grupo diz: “vamos brincar de dança, de ciranda cirandinha? Ele toca flauta e a gente dança”. Mas os outros não querem.
Quando convidados a chorar vocês não choram e quando convidados a dançar vocês não dançam. Disse Jesus: “vocês estão de mal com a vida”.

1. Somos crianças do reino ou somos meninos egoístas

Do ponto de vista espiritual nós somos meninos sempre. Ou nós somos aqueles meninos imaturos, egoístas e caprichosos de quem Paulo diz que precisamos deixar de ser, ou nos tornamos as crianças do reino.
O posto desta meninice egoísta, mal humorada e infeliz não é aquela meninice adulta, madura e circunspecta, mas é sermos aqueles meninos do reino, cheios da alegria de viver com Deus. Não devemos nos tornar aqueles “adultos da fé”,
Em verdade vos digo: Quem não receber o reino de Deus como uma criança de maneira alguma entrará nele. (Lc 18:17).
Nós não somos convidados a deixar essa meninice e nos converter numa meninice super séria e emburrada, mas somos convidados a nos convertermos a uma meninice cheia da alegria e da vida abundante de Deus.
Precisamos ser capazes de dizer para Deus qual a brincadeira de hoje? Eu estou nela!

Nós fomos chamados para brincar as brincadeiras de Deus no mundo. Como ministros precisamos renovar sempre essa alegria infantil do serviço de Deus. Quando somos capazes de transformar as coisas mais simples numa verdadeira alegria.

Existe um lado da paixão que é a capacidade de ter alegria e divertir-se mesmo com a obra mais séria. Não há nada que não possa se transformar numa brincadeira para verdadeiras crianças. Se as colocarmos numa sala fechada elas vão arrumar um jeito de se divertirem ali.
Toda brincadeira é contagiante e atrai cada vez mais meninos. Infelizmente alguns líderes perderam essa alegria apaixonada do serviço de Deus.
De qualquer forma sou um menino. Ou menino emburrado ou um menino simples e descomplicado disposto a brincar com Deus.

2. Crianças do reino brincam as brincadeiras de Deus

Jesus disse que as crianças estavam sentadas na praça. Pode haver algo mais antagônico do que menino sentado na praça? Meninos não sentam para olhar o brinquedo. Velhinhos sentam na praça e jogam dominó, mas meninos não sentam na praça.
Meninos fariseus ficam sentadinhos na praça. Não aceitam brincar de nada. Quando perdemos a espontaneidade para as coisas de Deus nos transformamos nos meninos insuportáveis da religião.
Não há nada pior do que meninos envelhecidos. Quando somos as crianças do reino podemos ter a atitude de uma criança que recebe um brinquedo novo.

Crianças não deixam de brincar porque dá trabalho a brincadeira.Crianças não se importam com a hora se ganham um brinquedo novo. Mas meninos emburrados não ligam pra o brinquedo.
O ministério pode ser um desfrute. Basta que transformemos nosso trabalho numa grande brincadeira cheia de criatividade e empolgação.
Jesus usa ainda a imagem de crianças brincando na praça. Crianças que não brincam na praça têm alguma coisa doentia e errada. Jesus pensa o reino de Deus como um encontro na praça. Deus espera que a nossa vida e nosso ministério sejam como uma grande brincadeira na praça.

A imagem do jogo na praça é uma ilustração da nossa espiritualidade. Nossa espiritualidade é percebida no relacionamento como numa praça. Precisamos ter cuidado pois se nos tornamos crianças caprichosas, emburradas e insatisfeitas pode ser que João Batista venha e o rejeitemos porque não gostamos do jeito dele. E vem o Messias e diz: “vamos celebrar”, mas podemos rejeitá-lo porque não gostamos do jeito dele.
Nos tornamos assim quando nos prendemos em nossos conceitos religiosos e nossas tabelas estreitas que não admite mudança. Deus vem a nós e não podemos receber dele por causa da amargura religiosa. Para experimentar Deus hoje precisamos da espontaneidade das crianças para brincarmos as brincadeiras de Deus.

3. As crianças do reino podem se tornar os meninos amargurados da praça

Crianças do reino dizem: “Que bom ver que Deus está usando aquele irmão. Que bom que aquele outro está prosperando. Qual vai ser a brincadeira de hoje? Pregar no hospital? A graça de Deus cura. Pregar no velório? O Senhor nos consola. Vamos para a praça?”
Os meninos emburrados não ligam a mínima para o brinquedo. Eles agradecem e ainda reclamam que já têm brinquedo demais.
É terrível quando perdemos a espontaneidade na vida com Deus. Quando queremos ter tudo programado e definido não dando lugar para a ação de Deus. Quando perdemos a espontaneidade nos tornamos os meninos amargurados da religião.

4. As crianças do reino podem se tornar os meninos amargurados quando a praça é vista como uma batalha campal

Jesus disse que as crianças gritavam umas para as outras. Esse grito é o grito da agressão, das gangues, é o grito de guerra. É terrível quando deixamos de ver a vida como uma santa brincadeira e passamos a vê-la como uma guerra onde o irmão é o inimigo.
Há pessoas que vêm o próximo como algo perigoso. Amizade, proximidade e comunhão não fazem parte da vida deles.

5. As crianças do reino podem se tornar meninos amargurados quando se tornam meninos negativos

A atitude dos meninos na praça é a atitude do “não”. Eles não têm a atitude do “vamos”.
A resposta deles para as propostas das outras crianças é sempre não. É a maneira de viver que não dá alternativa. Não quero esse, mas quero aquele. Mas essas pessoas dizem: não quero esse e nem aquele, não quero nada.
Os dois sintomas mais radicais dessa enfermidade são:
A tristeza sadia que é vista como opressão maligna.
A alegria que é sempre vista como leviandade.
Tais pessoas vivem engessadas e angustiadas numa existência sem lágrima e sem sorriso.

Se esse mal nos atingir o que fazer para se livrar dele?

Rejeite toda padronização do mover de Deus. Simplesmente aceite a maneira de Deus agir na sua vida.
Receba aqueles que Deus enviar a você. Não defina padrões rígidos do que seria o homem de Deus ideal.
Procure conservar vivo o menino que há em nós. Deixa o menino do reino transmitir a vida abundante que o Senhor veio nos dar. Não há como ter vida abundante sem se parecer com uma criança na maior parte do tempo.

Pr. Aluízio A. Silva
fonte: http://www.IgrejaVideira.com


[Flashs antigos] 23 de fevereiro de 2007 00h28

maio 18, 2010

Holy Fest 23 de fevereiro de 2007 00h28 no Ferreira Pacheco Clube!


Maceió corococó

março 7, 2010

Fotos


Comunhão da Célula de Casais 25.09.2009

março 2, 2010

Niver do Joathan

fevereiro 11, 2010

Palavra da célula 10 fev – Problemas

fevereiro 10, 2010

Devemos nos gloriar nas provações porque elas não ocorrem por acaso, antes, cumprem um propósito maior da parte de Deus. Sabemos que o próprio Senhor teve de padecer para entrar na glória (Lc 24.26). O que aconteceu com Cristo deve acontecer com o cristão. Paulo afirma que precisamos sofrer com Cristo para, com ele, sermos glorificados (Rm 8.17).

O sofrimento de Cristo não foi por enfermidade ou necessidades, mas sofrimento por perseguições e pressões do mundo. Tiago não está dizendo que devemos ser masoquistas e gostar do sofrimento, mas que percebemos o cumprimento de um propósito divino por meio dos nossos sofrimentos.

Não nos alegramos pelo sofrimento em si, mas pelo que ele produz. Há um processo para desfrutarmos da glória. Três palavras descrevem o processo de tratamento de Deus em nós: santificação, transformação e conformação. A santificação é uma separação e um infundir de Deus. A transformação é a restauração de algo que estava danificado, mas a conformação nos faz encaixar na forma que é Jesus. Gostamos de paz, graça e glória, mas fugimos das tribulações. A palavra de Deus diz as tribulações são necessárias para chegarmos à glória (At 14.22; 1 Ts 3.3,4; Ap 7.14).

1 – Eles expõem a nossa realidade espiritual

Mostram o nível de profundidade ou superficialidade em Deus. Realçam onde estamos e onde precisamos melhorar. O sofrimento mostra o que nós realmente somos. Podemos confiar no que possuíamos somente se suportar ao teste das provações.

Algumas vezes a tribulação é um teste. Dependendo de como respondemos seremos promovidos dentro do plano de Deus a lugares mais altos. Saul foi um teste na vida de Davi.

Depois de ouvir uma palavra sobre paciência, por exemplo, Deus permitirá circunstância para que a nossa paciência seja testada. Às vezes oramos por algo, mas Deus vai nos testar para ver se realmente desejamos aquilo ou para que as verdadeiras motivações se manifestem.

2 – Eles nos mostram os verdadeiros valores da vida

Quando perseguições e dificuldades se levantam elas colocam diante de nós o que realmente é importante e o que é apenas enfeite. O verdadeiro valor de qualquer coisa somente pode ser percebido diante da morte.

3 – Eles nos permitem conhecer mais a Deus

Só podemos conhecer o Deus que cura se passarmos pela enfermidade. A primeira condição para um milagre é o problema (2 Co 12.9,10). É no meio das tribulações que somos quebrantados e nos tornamos mais sensíveis a Deus. É no meio dos problemas que conhecemos a Deus e o Seu poder.

4 – Eles desenvolvem nossa fé

Aprendemos a confiar em Deus em vez de confiar em nós mesmos. A diferença entre a obscuridade e a significância é o inimigo que você precisa vencer. A glória de Davi era Golias (Jo 16.21).

Todo propósito e missão são concebidos em meio a dores e aflições. Se não há dor é porque não houve gestação. A dor não fala do tamanho da benção, mas da iminência de vir a luz.

5 – Eles desenvolvem a perseverança espiritual

Muitos desistem antes da vitória chegar (Tg 1.2-4; Rm 5.3,4). Perseverança é a maior expressão de fé. Se o tempo é um grande teste, a perseverança pertence aos vencedores.

Em Lucas 18.1-8, Jesus contou a parábola do juiz iníquo e terminou com uma questão: “Quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé (perseverante) na terra?”. Há ocasiões em que queremos um milagre, mas Deus quer que tenhamos fé. Tempos de tribulação são também tempos de sequidão. Tempos de seca são importantes para:

- Aprendermos a andar por fé;

- Não dependermos da força humana;

- Não dependermos das emoções;

- Não dependermos da vontade da empolgação;

- Sabermos o que vai no coração (Dt 8.2).

6 – Eles desenvolvem a nossa sensibilidade e compaixão

Desenvolvemos empatia para com as pessoas e suas necessidades, pois aprendemos com a experiência, como é estar no lugar delas (2 Co 1.3-6). Paulo disse que ele tinha passado por tribulações para poder consolar os irmãos com a mesma consolação que ele recebeu. Consolo de que não passou por lutas se tornam palavras vazias.

7 – Eles alargam a nossa capacidade em Deus

Os problemas leva nossa fé a crescer (Jr 48.11). Todo fruto precisa de tempo para amadurecer. Posso adquirir muito conhecimento rapidamente, todavia toma tempo para amadurecer.

Maturidade é ter a nossa capacidade expandida por Deus. Antes eu perdoava uma vez, depois passei a perdoar sete vezes, agora eu perdôo-o setenta vezes sete. Alguns crentes são como Moabe, não foram trocados de vaso, por isso permanecem com o mesmo sabor. Se perdemos a paciência pelos mesmos motivos de cinco anos atrás isto é um sinal de que não fomos alargados por Deus. A diferença entre um fruto maduro e um verde está no seu sabor. O fruto verde é azedo, mas o maduro é doce.

Todavia o processo de amadurecimento artificial pode ser feito com bananas, não com crentes. A nossa doçura deve ser desenvolvida espontaneamente. Nós podemos retardar a obra de Deus em nossa vida, mas certamente não podemos acelerá-la.

Não devemos buscar tratamento, mas não devemos fugir dele, pois perdemos a oportunidade de sermos alargados por Deus. Conhecimento intelectual acumulado sem o tratamento de Deus possui muito pouco valor espiritual (Nm 31.23).

Acima de todos os problemas, o sofrimento nos testam e nos depuram. Áreas duras de nossa vida serão purificadas com fogo, mas áreas mais macias e maleáveis serão purificadas pela água. A água aponta para a Palavra. Precisamos receber a Palavra e sermos purificados por ela. O fogo aponta para a disciplina do espírito Santo.


Palavra da Célula 09 Dezembro 09 – Fatores para chave do sucesso

dezembro 9, 2009

Há três fatores importantes que compõe uma estrutura de sucesso:


1 – A visão e os valores fundamentais Devem estar de acordo com os princípios bíblicos. Tem que ter uma visão clara! Sem a visão, as pessoas estarão dispersas. A visão e a filosofia do ministério, na realidade, possuem valores fundamentais e é a parte mais importante da estrutura.

2 – O espírito das pessoas Com uma boa visão e o espírito das pessoas, você pode ir em frente com todo poder. Porque os israelitas não puderam adentrar na terra prometida? Será que eles não tinham estruturas e nem estratégias? Eles tinham as doze tribos de Israel e toda estrutura e estratégia, mas eles ficaram 40 anos vagando no deserto. Se você analisar a geografia, perceberá que eles poderiam ter feito aquele mesmo trajeto em 11 dias.

3 – Estrutura e Estratégia O segredo para o sucesso é a visão que Deus dá e isso é adentrado no espírito das pessoas. As estratégias são importantes, mas a atitude e o espírito do seu povo é que vai fazer a igreja poderosamente se tornar um exército de Deus.

O povo de Israel não tinha o espírito correto, por isso, estavam sempre murmurando contra Deus e Moisés. Existem pastores e líderes que talvez tenha uma estratégia e uma estrutura boa, eles sabem aonde querem ir, mas se o seu povo não for junto com eles, então não irá funcionar.

Muitas vezes, o pastor e sua esposa acabam saindo sozinhos e os membros ficam sentados na congregação, só observando seus líderes servindo ao Senhor. Então, nós temos que ter certeza que estamos passando a visão corretamente para os membros e que existe um espírito das pessoas positivo, poderoso, apoiado e envolvido na igreja. Você precisa se certificar de tudo que você pregar e ensinar, para ver se está ajudando a transformar a vida das pessoas.



Modelos e Estratégias de Fundação de Igreja

1 – Modelo de igreja em células Você vai começar uma igreja por meio da célula. Funciona assim: você manda uma equipe pequena da mesma célula para outra cidade para evangelizar. Em seguida, você deve acompanhar o novo convertido e discipulá-lo. Logo após, começa as células nas casas ou nos campos universitários. À medida que os grupos forem crescendo e se multiplicando você passa para um prédio, realizando assim, os cultos de domingo. Todo mundo pode fazer isso. Pessoas comuns, líderes e membros de célula. Não depende de “líderes grandes” ou de um pastor titular, mas sim da mobilização, de pegar todas as células, ter uma visão missionária e sair para outros lugares fundando igrejas.

2 – Modelo de Cruzada É totalmente diferente do primeiro. Começa com uma grande cruzada que resultará na abertura da igreja. Esse modelo exige um grande orçamento e também um acompanhamento eficaz, porque depois de uma grande cruzada, você terá uma centena de conversões. Esse modelo precisa de grandes pregadores e bons líderes. Então, não é todo mundo que pode fazer esse modelo. Precisa de um grande evangelista para pregar na cruzada. Temos muito desse modelo funcionando na África.


3 – Modelo Fabricação de Tendas O pastor relaciona com uma equipe de liderança, mas o pastor da nova igreja, a que está sendo fundada, não precisa ser uma pessoa em tempo integral no ministério. Eles não são financiados em tempo integral. Então, os empresários vão e abrem uma nova empresa naquela cidade. Mas eles não estarão apenas com o alvo de fundar uma empresa, mas também de abrir uma igreja. O lema é: Aonde os membros vão, eles fundam uma igreja. Isso faz parte dos nossos valores fundamentais. Se a pessoa tiver a visão, o coração, Deus vai abrir as portas para fazer isso acontecer. Nós temos que ir além das nossas limitações. Se pedirem para você fazer algo é porque você pode fazer. Se Deus te deu a grande comissão é porque você pode alcançar. A Bíblia diz “vá para todas as nações”. Vamos ter o Espírito de campeões para Jesus, para alcançar as nações!

4 – Modelo do Líder em Tempo Integral Nesse modelo você envia um missionário em tempo integral para fundar igreja. A “igreja mãe” deve sustentá-lo financeiramente. Nesse caso, ele não precisa arrumar um emprego na outra cidade, mas a igreja precisa ter um orçamento bem alto. A vantagem, é que aquele líder terá mais tempo para dedicar a obra de Deus. A expectativa que nós temos é que esses pastores irão supervisionar muitas igrejas, por isso eles precisam de mais tempo.

5 – Modelo do Grande Começo Modelo totalmente diferente de começar em célula. Começam com um grupo razoável de pessoas se mudando para uma cidade. Esse modelo precisa ter um pastor para supervisionar a nova igreja. Nos Estados Unidos foi colocado em prática esse modelo. Nesse caso, quando tem uma base grande, você pode crescer muito rápido, mas poderá ver o desafio de não poder fundar mais igrejas durante o ano, porque você já enviou muitas pessoas da “igreja mãe” para a nova cidade.

Todos os modelos têm seus pontos fortes, positivos, fracos e negativos. Que nós recebamos nesses dias a sabedoria celestial em nossas vidas para saber implementar essas verdades e qual modelo que devemos ou não seguir em nosso ministério. Que Deus nos dê um caminho, uma maneira para que possamos voltar para as nossas casas com a convicção de fazer coisas grandes para o Senhor e para fundar igrejas.

por Pr. Sritawong Phitsanunar


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