Palavra da Célula – 11 de novembro 2009 – A Comunidade de discípulos

Novembro 11, 2009

vide cultoA comunidade dos discípulos era uma igreja de vencedores que tocava os céus e abalava a terra nos seus dias. Cremos que o Senhor está trabalhando para edificar a comunidade em que cada casa é uma extensão da igreja e em que cada membro é um ministro. Em Atos 2.42-47 temos a descrição do início da vida da Igreja, então podemos observar algumas características principais desta comunidade, dos discípulos e de como eles viviam a vida da igreja.

1. Perseveravam no ensino dos apóstolos (1Tm 1.3; 2.1,2)

a. Entrando pela porta e perseverando no caminho

Antes de qualquer coisa a igreja aprendeu a perseverar. Em nossa vida cristã e na vida da igreja sempre teremos experiências de “porta e de caminho”. Todavia, a porta é apenas uma experiência que nos introduz em novos caminhos. Caminho por outro lado, não é uma experiência imediata, antes de tudo é um processo. Como a vida cristã é a maior parte do tempo uma caminhada, depois de entrarmos pela porta precisamos andar, precisamos perseverar no caminho.

b. A Palavra 

Esta era uma igreja comprometida com a Palavra. Os apóstolos se dedicavam à Palavra e as orações (At 6.3,4), e os discípulos seguiam de perto o que eles ensinavam. Somos uma igreja conhecida mais pela Palavra do que por qualquer outra coisa. Uma igreja apostólica genuína, não é aquela que tem nomes ou mesmo títulos de apóstolo, antes, trata-se de um povo que persevera em seguir o que Cristo e os apóstolos ensinaram e deixaram registrado no Novo Testamento.

2. Perseveravam na comunhão e no partir do pão (1Jo 1.3)

a. Comunhão

Outro aspecto vital na vida da igreja é a comunhão. Aqueles discípulos aprenderam a ser uma comunidade, ser como uma família que compartilhava da mesma vida, alegrias, sofrimentos e vitórias.

b. Partir do Pão

Somos uma igreja em células porque entendemos que para vivermos de forma semelhante à igreja do Novo Testamento, precisamos aprender a viver em comunhão e no “partir do pão”.
“Partir do pão” era uma expressão usada para se referir à mesa do Senhor (ceia). A verdadeira prática da ceia deveria ser na célula, assim como Jesus e os apóstolos fizeram e a igreja praticava. Na célula podemos celebrar a nossa aliança uns com os outros em Cristo de forma específica, pessoal e prática. Sem dúvida, esta prática fortalecia os vínculos da comunidade dos discípulos, uns com os outros no Amor de Cristo.

c.Tomavam suas refeições com alegria e simplicidade

Outro aspecto da comunhão genuína é o ato de comer junto. Uma célula saudável tem essa prática. Nós cristãos comemos juntos, como expressão de nossa amizade e proximidade. Jesus e os discípulos comiam juntos constantemente. Somente se alegra com estas coisas, aqueles cujos corações são singelos, simples como o de Jesus.

3. Perseveravam nas orações

As igrejas em células que mais crescem no mundo, trabalham com um projeto consistente de oração diária. Líderes de célula que mais crescem e multiplicam em nosso meio, ou mesmo nas igrejas em células do mundo (segundo pesquisas do livro Crescimento Explosivo da Igreja), são aqueles que perseveram na oração.

4. Vendiam tudo e distribuíam os bens

Esta prática não teve continuidade (2Co 9). Mas isto mostra basicamente três coisas na vida destes discípulos e desta igreja:

a. Liberdade e Generosidade – esta igreja experimentou a liberdade em Cristo de todo espírito de mamom e ganância que imperam neste mundo.

b. Consagração – segundo o ensino de Jesus e dos apóstolos, aquele que quiser vir após Cristo deveria estar disposto a renunciar a tudo quanto tinha.

c. Disposição para o sacrifício – os discípulos acreditavam tanto naquele projeto, de fazer discípulos de todas as nações, começando por Jerusalém, que estavam dispostos a vender suas propriedades (At 4.32), para investirem na conquista desta geração.

5. Havia temor 

O temor gerava um ambiente de presença divina poderosa. Há uma relação direta entre mover de Deus em um lugar e o santo senso de reverência. Cuidado com relacionamentos que diminuem o seu senso de temor do Senhor; antes, ande próximo daqueles que inspiram em você mais temor de Deus. Naquela comunidade havia muitos irmãos, que andavam no Temor de Deus, por isto o Espírito movia com liberdade e abundância entre eles.

6. Havia sinais e prodígios pelos apóstolos

Devido o temor de Deus, havia liberdade e ambiente para manifestar Seu poder. Na vida daqueles que há um trono estabelecido, o senhorio de Cristo, certamente haverá a manifestação do Seu poder. Queremos ser uma comunidade de discípulos que além de orar muito, tem muitas orações respondidas, liberando milagres e prodígios.

7. O resultado: Acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos

Esta igreja crescia diariamente. Será inevitável este crescimento em uma comunidade que persevera na Palavra, na oração e na .comunhão. O povo que toca os céus e abala o mundo é o disposto a dar tudo que têm para cumprir o propósito de Deus.

Perguntas para compartilhamento

1. Fale sobre como podemos perseverar no ensino dos apóstolos. 
2. Fale sobre como devemos perseverar na comunhão e no partir do pão. 
3. Fale sobre como podemos perseverar através das orações. 
4. Fale sobre como podemos vender e distribuir os nossos bens.
5. Fale sobre como devemos aumentar o temor de Deus. 
6. Fale sobre os sinais e prodígios liberados pelos apóstolos. 
7. Fale sobre como podemos cumprir o propósito de Deus .

Pr. Aluízio A. Silva

Fonte: www.IgrejaVideira.com


Palavra da Célula 28 outubro 09 – Paulo, o discipulador de Timóteo

Outubro 26, 2009

discipuladoQualquer um que se coloca como pai espiritual, discipulador, precisa manifestar as qualidades de Paulo. Vamos ver algumas delas:

1. Mantinha um relacionamento de pai e filho


Paulo trata Timóteo repetidas vezes como filho (1Tm 1.2;18; 2Tm 1.2;2.1). Vivemos em uma geração de muitos líderes órfãos, líderes que nunca aprenderam a ser filho e que por isso não conseguem exercer uma paternidade espiritual livre e saudável. Precisamos desesperadamente que o Senhor restaure em nós esse tipo de relacionamento.

2. Era amoroso

É precioso ver como Paulo se referia a Timóteo. Não espere ter discípulos se você não consegue expressar amor. Sabemos como a expressão do amor de um pai é vital para o crescimento e a identidade do filho. Há filhos que são gerados e outros que são adotados, mas em ambos os casos devemos amá-los incondicionalmente.

3. Era intercessor


Paulo orava por Timóteo de noite e de dia. Quando amamos um filho, oramos por ele; quando amamos um discípulo, temos encargo pela sua vida. Deixar de orar por um discípulo é sinal de indiferença e relacionamento superficial. É um grande privilégio ter um discipulador intercessor.

4. Mantinha intimidade

Paulo se lembrava das lágrimas de Timóteo. Isso significa que ele tinha liberdade para chorar diante de Paulo. Ele não se envergonhava disso. Em um verdadeiro relacionamento de discipulado, é normal deixar o coração transparecer. Temos liberdade para chorar e para celebrar.

5. Alegrava-se em estar junto

Paulo ficava ansioso para ver Timóteo e assim, transbordar de alegria. Um relacionamento de discipulado onde não há alegria na comunhão, no simples estar junto, certamente não está correto. É preciso avaliar onde está o problema.

6. Era benígno


Paulo tinha a atitude resoluta de enxergar em Timóteo suas qualidades e virtudes. Paulo não insistia que seu discípulo precisava melhorar, mas comunicava-lhe uma profunda aceitação. Não questionava a fé de Timóteo, mas simplesmente presumia o melhor a respeito do filho.

7. Desafiava ao crescimento

Todo discipulador precisa admoestar e exortar o discípulo ao crescimento. Paulo sabia do potencial e da unção que havia em Timóteo. Ciente disso ele desejava levar seu discípulo a ser plenamente útil nas mãos de Deus. Precisamos acreditar em nossos discípulos e no potencial deles sob a unção do Espírito Santo.

8. Transferia unção

No Novo Testamento Paulo é exemplo de que há poder na imposição de mãos e que, de fato, existe transferência de unção no discipulado (Nm 11.16,17). O Senhor vai transferir o espírito que está em você e compartilhá-lo com seus discípulos. Você consegue perceber como é sério ser e ter um discipulador? Entenda a responsabilidade, o discipulador é o padrão para o discípulo. Deus vai transferir o que você tem e compartilhar com os discípulos.

9. Discernia a condição espiritual do discípulo

Paulo sabia das dificuldades de Timóteo. Primeiro ele era jovem demais (1Tm 4.12) e isso certamente o fazia tímido e inseguro. Além disso, Paulo sabia que Timóteo era propenso a doenças (1Tm 5.23). Mas o principal é que Timóteo tinha mais tendência a apoiar-se em outros do que a liderar.

10. Ensinava por palavras e por demonstração

Paulo mostrou a Timóteo como ensinar e viver (2Tm 3.10,11). Ele desafiava Timóteo a reproduzir o que recebeu dele. Mais que isso, desafiava-o a multiplicar-se discipulando as pessoas certas para que estas, por sua vez, transmitissem às outras o que receberam. 

Vamos ver algumas características de Timóteo que nos mostram como deve agir um bom discípulo:

1. Tratava seu discipulador como pai espiritual (1Co 4.17)

O discípulo antes de qualquer coisa deve aprender a ser filho. Em Hebreus diz que o Senhor teve de aprender a obedecer (Hb 5.8). Ele era Deus e nunca teve que obedecer ninguém. Ele era Deus, mas teve de aprender a ser filho. Para aprender a ser pai, antes precisamos aprender a ser filho.

2. Imitava seu discipulador (1Co 4.14-16)

Os coríntios não imitavam Paulo, mas este se colocou como um modelo a seguir, um exemplo. Evidentemente todo discipulador possui falhas, mas o discípulo que tem um coração correto sempre terá de Deus o discernimento do que deve ser imitado.

3. Era um cooperador (Rm 16.21)


Todo discípulo é também um cooperador. Um líder em treinamento coopera com o líder da célula enquanto é discipulado por ele. É exatamente enquanto cooperamos que aprendemos.

4. Era fiel ao discipulador (1Co 4.17)


O discípulo não murmura com terceiros a respeito das falhas do discipulador ou dos problemas que possa ter de enfrentar. A relação entre ambos tem de ser de mútua transparência. O discípulo é um escudeiro para seu discipulador, o protege e até o carrega quando pode. A lealdade é a condição vital para que aconteça uma relação de discipulado.

5. Era confiável (Fp 2.20)

Tornamo-nos confiáveis quando somos transparentes. Um bom discípulo abre seu coração com o seu discipulador. Também nos tornamos confiáveis quando nos permitimos ser tratados. Apenas ser transparente não nos qualifica, mas quando somos transparentes e nos permitimos ser tratados e disciplinados, conquistamos uma posição de confiança.

6. Tinha o caráter aprovado (Fp 2.22)


Todo discípulo precisa ser humilde e ensinável, não deve rejeitar correções. Ele deseja ouvir a avaliação de sua vida e de seu ministério, de modo que possa crescer. Creio que ser ensinável é a característica mais importante de um discípulo, pois se precisar de correção em quaisquer outras áreas, será possível trabalhá-las sem grandes conflitos.

7. Tinha o coração sincero (2Tm 1.5)


A meu ver, a maior responsabilidade para um bom relacionamento de discipulado está sobre o discípulo. Normalmente o discipulador possui muitas ocupações e, por isso o discípulo deve fazer os ajustes necessários para se adaptar à rotina do discipulador. Ele deve ter a iniciativa de buscar o discipulador e assegurar que o relacionamento cresça gradualmente (Hb 13.17).

Pr. Aluízio A. Silva

Fonte: www.IgrejaVideira.com



Palavra da Célula – Os 9 tipos de jejum (Is 58.1-12)

Setembro 22, 2009

liliana_dinner_prayerÉ importante aprender nessa passagem os tipos de jejum que não agradam a Deus e compreender os tipos que ele escolhe. Dos versos 6 a 9 nos mostram 9 tipos de jejum que podemos encontrar na palavra de Deus. Para exemplificar e esclarecer a importância dessas nove razões para jejuar, escolhi nove personagens bíblicos cuja vida ilustra cada um dos aspectos mencionados por Isaías.

1. O jejum do discípulo (Mt 17.21)

O objetivo é “soltar as ligaduras da impiedade” (Is 58.6). Buscar libertação da escravidão do pecado e do diabo para si mesmo ou para outros. Existem certas castas de demônios que só saem pela oração acompanhada de jejum. Os discípulos não jejuavam, por isso não puderam libertar o garoto. 
Atitudes: Renuncie a todo controle falso do inimigo; reconheça o auto-engano; perdoe para vencer a amargura; submeta-se à autoridade de Deus e da Igreja; assuma responsabilidades pessoais e livre-se das influências pecaminosas. 

2. O jejum de Esdras (Ed 8.23)

O objetivo é “desfazer as ataduras da servidão” (Is 58.6). Resolver problemas, invocar a ajuda do Espírito Santo, aliviar pesos e superar barreiras que nos impedem de caminhar com alegria diante do Senhor. Deus já havia liberado a benção de voltar para a terra de Israel, mas haviam inimigos no caminho que tentavam bloquear a bênção. No mesmo princípio, já temos a bênção do Senhor, mas às vezes precisamos romper com pesos e resolver problemas. 
Atitudes: Escolha os que se comprometerão a jejuar com você; compartilhe o problema para ser ajudado; jejue com seriedade a espera de orientação antes de tentar uma solução própria . 

3. O jejum de Samuel (1Sm 7.6)

O objetivo é “por em liberdade os oprimidos” (Is. 58.6). Para ganhar almas, se identificar com pessoas escravizadas, orar e ser usado por Deus para tirar pessoas do reino das trevas e trazê-las para o reino de Deus. É o jejum do avivamento. Samuel jejuou para que Israel fosse liberto do pecado. 
Atitudes: Convoque a célula para reunir-se e jejuar (v.5,6); demonstre arrependimento genuíno (v.3,6); afaste-se do pecado secreto; faça a confissão do pecado pelo grupo (Dn 9); espere a liberação de uma Palavra de Deus (1Sm 3.1); faça do seu jejum um símbolo de sua atitude. 

4. O jejum de Elias (1Rs 19. 4-8)

O objetivo é “despedaçar todo jugo” (Is 58.6). Superar problemas emocionais ou mentais que controlam nossas vidas e devolver o controle ao Espírito do Senhor. Embora não se diga que foi um jejum, Elias deliberadamente ficou sem se alimentar enquanto fugia de Jezabel. Depois desse jejum, ele foi ministrado no monte do Senhor. 
Atitudes: Prepare-se fisicamente e emocionalmente (v.5-8); reconheça seus limites; vá para um lugar onde você possa encontrar- se com Deus; jejue para ouvir a palavra do Senhor (v.9); deixe que a Palavra de Deus revele sua franqueza; confesse sua fraqueza diante de Deus (v.10); não espere sempre manifestações extraordinárias de Deus (v.11-13) e veja Sua palavra de maneira positiva (v.15,16). 

5. O Jejum da viúva (1Rs 17. 13-16)

O objetivo é “repartir o pão faminto e abrigar o pobre desamparado” (Is 58.7). Suprir as necessidades básicas das pessoas que estão ao nosso derredor. Deus enviou o profeta Elias a uma viúva pobre que estava prestes a morrer de fome. Mas Elias em vez de dar-lhe comida, pediu o que ela tinha para ele mesmo. Quando a viúva resolveu dar ao profeta a última comida que lhe restava, ficando ela mesma de jejum, o Senhor fez o milagre da multiplicação. 
Atitudes: Volte-se para o seu próximo; reconheça as próprias bênçãos; separe uma parte do seu próprio suprimento para suprir outros; jejue e ore para receber orientação de Deus; ore por aqueles a quem você ajuda; identifique-se com o sofrimento dos outros. 

6. Jejum de Paulo (At 9.9)

O objetivo é “romper a luz como a alvorada” (Is 58.8). Quando temos de tomar decisões cruciais, precisamos permitir que a luz de Deus venha trazer discernimento e uma perspectiva esclarecedora. Depois de encontrar com o Senhor no caminho de Damasco e ficar cego, Paulo começou a jejuar e, no final deste jejum, Ananias foi enviado a ele para que voltasse a ver e fosse batizado. 
Atitudes: Separe tempo para ouvir o Senhor; faça uma auto-avaliação honesta; deixe de lado o seu esforço e renda- se a Deus; procure um lugar apropriado para orar; aplique-se à oração e obedeça o que você ouviu de Deus. 

7. O Jejum de Daniel (Dn 1.8)

O objetivo é “a tua cura brotará sem detença” (Is 58.8). Para conseguir uma vida mais saudável ou receber cura para alguma enfermidade. Daniel se absteve de alimentos pagãos e manjares do rei para honrar a Deus. No final, o resultado foi que ele estava mais saudável que os demais da corte do rei. 
Atitudes: Tenha um compromisso espiritual no seu jejum; faça do seu jejum um tempo de disciplina; ore para compreender onde há pecado na sua dieta alimentar; faça do seu jejum uma declaração de fé; entenda que o próprio jejum é um meio legítimo de ter saúde física. 

8. O jejum de João Batista (Lc 1. 15)

O objetivo é “a tua justiça irá adiante de ti” (Is 58.8). Que o nosso testemunho e influência do sal do Senhor em nossas vidas sejam realçados diante das pessoas. João Batista tinha o jejum como estilo de vida, pois era nazireu, não bebia nada que viesse da uva. Isso o caracterizava como alguém separado pelo senhor para uma missão especial. 
Atitudes: Faça do seu jejum uma proclamação de sua separação para Deus; decida ser alguém que possui uma vida devotada a Deus; trabalhe com a possibilidade de fazer do jejum um estilo de vida; registre por escrito o testemunho que você deseja obter e submeta seu estilo de vida a Jesus. 

9. O Jejum de Ester (Et 4.16; 5.2)

O objetivo é que “a Glória do Senhor esteja sobre nós” (Is. 58.8). O jejum de Ester não foi para poupar a própria vida, mas para que a Glória do Senhor se manifestasse livrando o seu povo. 
Atitudes: Reconheça o inimigo como a origem do perigo; entenda a natureza da batalha espiritual; reconheça o poder de Deus para guardá-lo; jejue para vencer a cegueira espiritual; entenda que o jejum é apenas parte do processo e que jejum para a batalha são mais efetivos quando feito em grupo.

Pr. Aluízio A. Silva

fonte: www.IgrejaVideira.com


Palavra da Célula – Os 7 tipos de lepra

Agosto 17, 2009

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A lepra simboliza o pecado que praticamos, ou seja, nossas ações pecaminosas.
Lepra, além do seu sentido propriamente dito, era um termo genérico usado para descrever uma variedade de doenças de pele e até mesmo o bolor das paredes e o mofo das roupas (13.47-49; 14.34-53).
Na Palavra de Deus, encontramos quatro casos de lepra. O primeiro caso foi um sinal de Deus a Moisés para mostrar-lhe que seu interior era cheio de lepra. Deus o ordenou que pusesse a mão no peito. Ao fazê-lo, sua mão ficou leprosa e ao colocar novamente ela ficou limpa.

O segundo caso é o de Miriã, que ficou leprosa por causa da rebeldia (Nm 12).
O terceiro foi o de Geazi, o servo de Elizeu, que ficou leproso por causa da ambição (2Rs 5).
O rei Uzias foi o quarto caso. Ele ficou leproso por causa da soberba (2Cr 26.16).
Vemos, nestes casos, expressões típicas do pecado: rebeldia, ambição e soberba.
A lepra é uma figura do pecado

Podemos perceber claramente, pelo menos quatro aspectos que evidenciam a correlação da lepra com o pecado:

Ela existe primeiro no sangue, na natureza da pessoa
Ela se torna manifesta de diferentes maneiras
É incurável por tratamento humano

Vai devorando o homem, sem que ele sinta dor. Torna-o insensível a Deus

leperA lepra aloja-se no corpo humano e pode ficar de forma latente por muitos anos, sem se manifestar. É como o pecado em nosso interior, ele pode ou não aparecer, mas, de qualquer forma, está lá. Se não tivermos uma revelação clara com respeito a nós mesmos, nunca poderemos alcançar a dependência do Senhor e viver no espírito.
A convicção de pecado deve ser a primeira e constante experiência do cristão, para que este possa aprender a abominar a sua carne, bem como tudo o que está contaminado com ela. A lepra é um retrato de como Deus vê o pecado e o pecador, algo repugnante e deplorável.

As instruções sobre a lepra foram dadas ao sacerdote. Ele é que deveria fazer a avaliação dos sintomas. No mesmo princípio, aqueles a quem Deus deu autoridade sobre o rebanho, precisam saber como identificar e tratar a lepra, que hoje simboliza o pecado. A lepra se manifestava de várias maneiras e cada uma delas é um símbolo do pecado que nos ataca.

1. A lepra na pele – 13.1-8

a. Inchação

A lepra se eleva acima da pele indicando alguém que se considera superior aos outros. Paulo, porém nos exorta a considerar o irmão superior a nós mesmos (Fp 2.3).

b. Pústula

É um tipo de úlcera ou ferida que produz pus e representa todo tipo de impureza que conduz à sensualidade.

c. A mancha lustrosa

Essa representa o brilho da falsa religiosidade e da hipocrisia.

d. O pêlo branco

O pêlo branco aqui representa a perda de força. Devemos amadurecer, mas nunca envelhecer em termos espirituais. Quem envelhece espiritualmente perde a força para servir o Senhor, além disso, podem se tornar cegos e resistentes a mudanças por serem muito apegados a seus conceitos.

e. Mancha mais profunda que a pele

Isso indica uma conduta errada, encoberta, que não foi confessada. A pessoa está tentando encobrir o pecado e, nesse caso, ela deveria ser observada por sete dias. Sete é um número simbólico que representa algo completo. Quando vemos o sintoma do pecado na vida de um irmão precisamos adverti-lo e esperar por um tempo até que se arrependa. Esse tempo de observação do sacerdote simboliza um tempo para arrependimento.

2. A lepra na carne – 13.9-11

Suponha que um irmão caiu em adultério. Isso é lepra, mas se houver arrependimento pode ser removida. Mas suponha ainda que esse mesmo irmão repita o pecado muitas vezes. Chega a um ponto em que a lepra se torna inveterada, ou seja, habitual. É uma situação, portanto, muito mais grave que a lepra na pele. Mas, mesmo um irmão que cai dessa forma no pecado pode ser transformado. Nos versos 12 e 13 lemos que tal lepra pode ser curada.

3. Lepra vinda da úlcera – 13.18-23

No verso 18 lemos sobre uma pessoa que teve uma úlcera ou ferida. Parece que essa ferida foi sarada, mas depois de algum tempo aparecem os sintomas da mancha lustrosa mais funda que a pele e os pêlos brancos. Isso nos mostra que feridas e mágoas podem se tornar um lugar propício para a lepra do pecado.

4. Lepra vinda da queimadura – 13.24-28

A queimadura simboliza alguém que foi repreendido ou tratado pelo seu pecado, mas não respondeu bem e ficou ressentido interiormente. Isso também mostra um arrependimento não genuíno.

5. Lepra na cabeça e na barba – 13.29-46

Na Palavra de Deus a cabeça com o cabelo representa a nossa glória. Em 1Coríntios 11.3 nos mostra ainda que o cabelo está relacionado com submissão e autoridade. Portanto, ter praga na cabeça significa ter problema de sujeição à autoridade e uma resistência quanto ao pensamento da igreja.
Mas a lepra pode aparecer também na barba. Na Palavra de Deus a barba simboliza dignidade. Os servos de Davi foram envergonhados porque lhes rasparam a metade da barba (2Sm 10.4,5). A lepra na barba significa considerar-se importante e buscar ser reconhecido e exaltado pelos outros.

6. Lepra nas vestes – 13.47-59

Na Palavra de Deus as vestes apontam para a nossa conduta (Êx 28.2; Ap 19.8). Mas podemos entender também as roupas como algo literal, já que a lepra numa roupa não era realmente do mesmo tipo da lepra manifestada no corpo. Sendo a lepra um símbolo do pecado, vemos que uma roupa também pode ser contaminada com o pecado. A orientação era que há roupas que podem ser recuperadas, talvez com alguma mudança, mas há outras que devem ser destruídas porque não têm recuperação (Jd 1.23).
Essa contaminação pode ter dois sentidos: ou a roupa era usada para fins pecaminosos (roupas usadas por prostitutas, travestis, pai-de-santo ou em algum ritual); ou a roupa foi usada numa ocasião de pecado, ainda que ela mesma seja uma roupa normal. Cada um de nós precisa trazer nossas roupas diante de Deus e saber sua vontade a respeito de cada uma delas.

7. Lepra na casa – 14.33-57

No Novo Testamento a igreja é comparada a uma casa (Ef 2.19-22). E os membros são as pedras que compõem essa casa (1Pe 2.5). A lepra que invade a casa pode simbolizar o pecado querendo tomar conta de uma igreja.
Quando há lepra numa casa a primeira coisa a se fazer é remover os móveis. Os móveis simbolizam os hábitos, costumes e tradições que não têm fundamento na Palavra de Deus (v. 36). Depois se procura os sinais de podridão e corrupção (v. 37), representados pela prática errada ou doutrina fora da Palavra de Deus que rapidamente produzem contágio (v. 39).
Procede-se então a remoção das pedras contaminadas (v. 40). Essa é a disciplina ou o afastamento da comunhão do crente faltoso que se recusa a arrepender-se (1Co 5.1-5). Se depois disso não há mudança naquela igreja pela falta de arrependimento genuíno, só resta a eliminação da casa (Ap 2.5; 3.16).

No caso da lepra, numa casa a purificação é descrita do verso 48 em diante. O sangue da ave aponta para o sangue do Senhor Jesus. É pelo sangue que somos perdoados e purificados. Sem essa doutrina uma igreja se torna apenas sinagoga de satanás. O pau de cedro aponta para a cruz de Cristo onde a nossa carne é terminada.
Além disso, era necessário água corrente. Água corrente é o mesmo que águas vivas e apontam para a ação do Espírito Santo. Uma igreja só pode ser restaurada se houver rios do Espírito fluindo ali.

Pr. Aluízio A. Silva



Célula do dia 22.Julho.09

Julho 22, 2009

Fogo do Senhor

O TEMOR DO SENHOR

Os filhos de Arão tentaram fazer uma oferta a Deus, mas algo deu errado e, quando o fogo veio, consumiu a cada um deles. Diante dessa situação, a Bíblia nos diz que o Senhor mostrará a Sua santidade naqueles que se achegam a Ele. 
Alguém pode perguntar: “Se o Senhor fará isso, por que Nadabe e Abiú foram consumidos?”. Eles foram consumidos porque não havia temor no coração deles. O Senhor nunca Se manifesta onde Ele não é reverenciado, onde não há temor devido. 
Se você tem tratado por comum aquilo que Deus chama de santo, então é tempo de arrependimento na sua vida. A verdadeira adoração está ancorada em uma reverência a Deus (Sl 5.7): O temor é algo que deve estar em nós se queremos nos achegar diante de Deus. Como podemos respeitar e honrar a Deus devidamente se per-manecemos inconscientes da Sua grandeza, do Seu poder e da Sua santidade?

Pouco temor, muita religião

Pois quem nos céus é comparável ao SENHOR? Entre os seres celestiais, quem é semelhante ao SENHOR? Deus é sobremodo tremendo na assembléia dos santos e temível sobre todos os que o rodeiam. (Sl 89.6,7).
O grande problema entre nós hoje é que Ele veio para os Seus, mas eles não O receberam (Jo 1.10,11), não tiveram temor. Muitas pesso¬as entre nós estão sofrendo porque perderam o temor de Deus. Perder o temor de Deus significa não respeitar, não ter temor daqueles que Deus estabeleceu na sua vida como líder.

Muitas vezes estamos preocupados meramente em cumprir regras dentro da igreja, mas Deus quer saber se há temor no nosso coração, porque a lei do

espírito da vida, em Cristo Jesus, nos liberta da lei da morte e do pecado (Rm 8.2). A lei do espírito da vida é o temor no coração. Então, quando o pecado bate a porta, o negamos, não porque alguém nos ensinou a fazer isso, mas porque, conhecemos ao Deus que servimos.
Lemos em Isaías esta séria declaração: “[...] este povo se aproxima de mim e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim, e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, que maquinalmente aprendeu” (Is 29.13).

Então, as pessoas dão o dízimo e a oferta, não porque temem a Deus, mas porque temem o devorador, porque alguém as ensinou assim. As pessoas andam corretamente no trânsito buscando dar um bom testemunho. Ótimo, mas é pouco! Jesus ensinou que as pessoas estavam preocupadas com a Lei, e ela diz: “Não adulterarás”; mas, quando há o temor no coração, ele não apenas nos impede de adulterar, ele nos impede de desejar uma mulher com olhos impuros. A Lei diz para não matarmos, então, quando estamos com raiva, contamos até três e domamos o leão dentro de nós. Quando tememos a Deus o leão não precisa ser domado, porque o temor mata o leão. 
Só anda em santidade quem teme a Deus. Aquele que teme não vai a qualquer lugar, não anda com qualquer pessoa, não escuta ou fala qualquer palavra, não sai fa]zendo qualquer coisa, porque tem revelação do Seu soberano, por isso tem temor daquilo que faz.

A falta de temor nos coloca no caminho de Lúcifer

Estes têm sido dias difíceis, na família, no trabalho, nas ruas, na política, na Igreja. Falta temor. Os homens hoje são arrogantes, atrevidos, desobedientes aos pais, tomados de pecado. São homens que “seguindo a carne, andam em imundas paixões e menosprezam qualquer governo. Atrevidos, arrogantes, não temem difamar autoridades superiores, ao passo que anjos, embora maiores em força e poder, não proferem contra elas juízo infamante na presença do Senhor” (2Pe 2.10,11).

Esses homens não têm temor daqueles que Deus colocou na vida deles, homens aos quais eles vêem; naturalmente não terão temor de Deus também. Se você não tem temor de Deus, não pode ter a glória que vem dEle. Muitos querem se relacionar com Deus sem temor, mas intimidade sem temor é juízo.

Temos visto hoje, dentro da Igreja, pessoas com espírito de rebelião, de rebeldia, independência, arrogância; pessoas cheias de conhecimento e argumentos, que não se submetem, não aceitam a Palavra de Deus e os líderes colocados na vida deles. São brutos irracionais, por isso padecem. Essas pessoas são frutos de famílias desestruturadas, sem limites, que não sabem o que é temor, que confundem o que é amar, porque pensam que amar é fazer tudo que o filhinho quer. Mas amar não é fazer tudo o que queremos, é fazer tudo o que precisamos.
Às vezes, a melhor solução para uma enfermidade será um remédio amargo e dolorido. Não devemos disciplinar nossos filhos por conta de coisas que são próprias de menino, mas devemos sempre discipliná-los quando eles se levantam para confrontar nossa autoridade.

Não fazemos isso para impor nossa autoridade, abusar da nossa posição, mas por amor, como representantes de Deus na vida deles. Se permitimos que eles se levantem contra nós, eles jamais nos temerão, e se não nos temerem, como pais, não temerão ao professor, ao policial, ao patrão, e crescerão como brutos irracionais (2Pe 2.12). 
Porque os amamos, os ensinamos e os tratamos. Essa é a base de um relacionamento saudável, algo construído com intimidade e temor. Isso traz bênção e proteção. Não é a toa que a Bíblia diz que o filho que se levanta contra o pai deve ser punido de morte (Êx 21.15). Esta é a causa, em grande parte, da morte prematura dos jovens desta geração: eles são rebeldes contra pai, contra mãe, contra líderes.
Sempre que assumimos a postura de insubmissão ou de rebelião contra as autoridades constituídas por Deus em favor da nossa vida, entramos pelo caminho de Lúcifer, o caminho da queda.

Conhecendo a Deus

Ninguém pode ter temor de Deus sem conhecer Sua grandeza e majestade. A criação fala apenas de uma centelha da glória de Deus. Pois, “Quem na concha de sua mão mediu as águas e tomou a medida dos céus a pal-mos? Quem recolheu na terça parte de um efa o pó da terra e pesou os montes em romana e os outeiros em balança de precisão?” (Is 40.12).
Tudo que Deus faz segue uma seqüência: ordem, glória e julgamento. Essa seqüência permeia toda a Bíblia. Deus deu uma direção para construção do tabernáculo; depois de construído, a glória de Deus encheu aquele lugar; então, vieram Nadabe e Abiú, em seguida Deus executou Seu juízo sobre eles. 
João Batista pregou o arrependimento e Jesus informou da chegada do reino de Deus. Eles estavam organizando. Depois de organizar, o Espírito Santo desce e a Igreja é batizada. Temos a Sua glória, mas, também o Seu juízo, quando Ananias e Safira mentem ao Espírito de Deus.

Servir a Deus é coisa muito séria. Nós temos procurado edificar a igreja porque queremos ver a manifestação da glória de Deus, não o Seu juízo. O julgamento de Deus tem sido adiado, mas não pode ser anulado. Todos nós estaremos de pé diante dEle um dia (2Co 5.10); isso deve produzir em nós temor.
Quando cultivarmos o temor de Deus, nossos relacionamentos serão radicalmente afetados: nosso relacionamento com nossos pais, filhos, líderes, esposo ou esposa serão profundamente transformados, porque bem nenhum falta àqueles que temem ao Senhor (Sl 34.9).

Pr. Naor Pedroza
fonte: www.IgrejaVideira.com

Versículos do dia

Para que entre vós não haja homem, nem mulher, nem família, nem tribo, cujo coração hoje se desvie do SENHOR nosso Deus, para que vá servir aos deuses destas nações; para que entre vós não haja raiz que dê veneno e fel; Deuteronômio 29:18

Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem. Hebreus 12:15

Louvor da Célula

Grande é  o Senhor

Adhemar de Campos

Grande é  o Senhor e mui digno de louvor

Na cidade do nosso Deus seu Santo monte

Alegria de toda terra

Grande é o Senhor em quem nós temos a vitória

E que nos ajuda contra o inimigo

Por isso diante dele nos prostramos

Queremos o seu nome engrandecer

E agradecer-te por tua obra em nossas vidas

Confiamos em teu infinito amor

Pois só tu és o Deus eterno

Sobre toda terra

e céus

Mais de Ti
Davi Silva

Precisamos da tua presença

E do fogo do teu Santo Espírito.

Desejamos toda sua Glória

Declaramos a tua vitória..aaa…….

| Senhor eu quero mais, mais  de    Ti
2x | Eu quero muito mais, mais   de        Ti
| Eu quero mais do teu amor, mais da tua unção Senhor

| Mais do teu poder

2x| Fomos chamados pra ti adorar, fomos criados pra teu louvor
|Fomos gerados pelo teu amor, teu amor oh Senhor

Teu fogo,   teu fogo,     teu fogo…  Vem   me    queimar

Ao Único

Ao único que é digno
De receber
A honra e a glória
A força e o poder
Ao Rei eterno, imortal
Invisível, mas real
A Ele ministramos o louvor.

Coroamos a Ti ó Rei Jesus
Coroamos a Ti ó Rei Jesus.

Adoramos o Teu Nome
Nos rendemos aos Teus pés
Consagramos todo nosso ser a Ti.

Como Zaqueu
Régis Danese

Como Zaqueu eu quero subir
No mais alto que eu puder
Só pra Te ver, olhar para Ti
E chamar Sua atenção para mim

Eu preciso de Ti Senhor
Eu preciso de Ti, oh Pai
Sou pequeno demais
Me dá a Tua paz
Largo tudo pra Te seguir

Entra na minha casa
Entra na minha vida
Meche com minha estrutura
Sara todas as feridas
Me ensina a ter santidade
Quero amar somente à Ti
Porque o Senhor é o meu bem maior
Faz um milagre em mim


Álbum de Fotos – Junho e Julho 2009

Julho 22, 2009
Clique na foto e veja o Slideshow. Fotos de celular.

Clique na foto e veja o Slideshow. Fotos de celular.


Novo Banner da célula Herdeiros da Promessa

Janeiro 22, 2009

Uma imagem que nos faz refletir e pensar não somente em nós mesmos, na nossa vida, no nosso trabalho, na nossa salvação… mas perceber, cair em si, que outras vidas como nós que tivemos o privilégio de encontrar o Salvador face a face e ter a vida transformada , e pessoas, amigos e até familiares por algum motivo não tem experimentado e desfrutado desta nova vida. Uma vida que realmente vale a pena de ser vivida… QUEM SE IMPORTA?
2009 é o ano da Consolidação para nossa célula, discipulado, rede e igreja. Precisamos fazer o que nos indicam, mas fazer além, fazer para o Senhor em amor à Ele que é Digno e ao nosso próximo, conforme mandamento dele resumido no NT: “Amai a Deus acima de todas as coisas e amai o próximo como a ti mesmo.”

QUEM SE IMPORTA? Eu e você podemos estar indo para o céu hoje, para a glória… mas… e o seu amigo de trabalho, seu primo, seu parente, seu filho(a) , seus pais…?

Quem se importa?

um abraço a todos,

André Rebouças da Luciana Rebouças.

Ah! e comentem o que acharam deste novo banner e site! 

banner-celula-20093


DISCIPULADO 02.06.2008

Junho 2, 2008

1. P

DISCIPULADO

célula Herdeiros da Promessa


Goiânia 2, de junho, 2008.

1. Plano de Leitura (agenda) 1 ano Conhecimento, enchimento do espírito. Deus é a palavra, e quando lemos buscamos e ouvimos d’Ele. Aqueles que tem o Espírito Santo aprendem de Deus no seu espírito

2. Oração, usando o disco de oração. Ore a Deus pelo menos 1 hora por dia. O crente não vive sem a oração.

3. Louvor e adoração com música. Usar Cd que cada 1 vai ganhar na célula, com uma coletânea específica. Que a pessoa possa usar não somente para o período de comunhão com o Pai mas sim o tempo todo estar ouvindo, com o coração n’Ele.

4. Confissão da Palavra. André vai levar as folhas.

5. Delegação de funções Usando o Projeto célula Forte e as fichas de função (antigas)

6. Pasta de Louvor ou projeção ? ou os 2? Xérox de letras dos louvores do cd da célula principais.

7. Amado da Semana

Levantar em cada micro-célula o amado semanal, e perseverar em ligar, mandar msg, dar um presente na outra semana, honra-lo na frente de todos falando o de bom q ele tem feito e posicionado.

8. Escala do Lanche
Postar on-line e com o banner já produzido.

9. Agenda com todos os telefones para todos. Produzir uma agenda pra dar pra cada 1 da célula.

10. Projeto Anjo da leitura O líder ou em treinamento ligar diariamente para checar a leitura da palavra.

11. Relatório diário de cada membro. Checando o líder o relatório de cada irmão, poderá diagnosticar o que o membro tem usado o tempo durante a semana, qnto tempo viu Tv por dia, internet, saídas…

12. Pactos da célula Fazer o pacto da célula, chamando todos ao compromisso com Deus, com a célula, assiduidade, guardar os defeitos de cada irmão sem expô-lo.

13. Eventos Promover eventos de comunhão, com vídeos e/ou filmes edificantes, nada secular. Mostrando vídeos de grandes pregadores, vídeos de milagres, etc. Mostrando a acada um o que Deus tem feito em outros lugares. Coisas que eles entendam que como ministros de Deus, eles podem fazer o mesmo na sua cidade.

14. Despertar e enchegar funções O líder deve ter percepção de qual é o dom de cada membro e ajuda-lo a desenvolvê-lo, motivando, ajudando-o, ofertando-o, orando e jejuando com ele.

15. Treinando os novos membros Vendo o que cada um gosta e/ou sabe fazer, despontar a dar oportunidades para os membros co-operarem com a célula, treinando anfitriões e líderes em treinamento.

16. Sendo alegre com as ovelhas que Deus te confiou “Jamais” o líder pode chegar na célula abatido, ele tem que transmitir a expressão corporal e interior de que ele está feliz com o Senhor, crendo nas promessas e permanecendo firme sem titubear. Ex. Mostrar o vídeo do John Pipper.

17. Auto-ajuda ou ajuda do Alto? Pr. Aluízio compartilhou até onde devemos persistir com as pessoas que Ele tem nos dado e confiado mesmo sendo uma pessoa impia que nunca foi numa célula. Ele disse: “irmão, vá até onde for o teu amor por ele”.

18. Focar na regionalização O líder que tem condições de ligar/vista freqüentemente para o teu povo, faça-o, senão delegue alguém da célula para fazê-lo

19. Buscar enchimento do Espírito em 1º lugar O líder é o 1º a ter que ser cheio para ele derramar sobre as pessoas , conduzindo-as para isso. Como? Não só na célula orando ou louvando. Mas conversando compartilhando sobre o Pai, sobre a Palavra dEle. Dae ele começa a ser cheio e você também.

20. Ouvindo pregações Não se limite a si próprio nem os membros a “comer” só no domingo mas frenquentemente com cds e dvds de pregações para que ele possa encher seu coração de fé.

21. Presenteando Compre algum artigo evangelístico em 1 de nossas livrarias, nem que seja um Smilinguido.

22. Honrado os Pais Começando por você, líder, honre seus pais e lideres e leve os seus membros a fazer o mesmo. Como? Falando das bênçãos, das atitudes desses pais tem para com ele. Pois as vezes ele não está nem enxergando o que eles tem feito.
Cheque semanalmente como ele tem se portado em casa. Se tiver afinidade converse eventualmente com os pais de cada membro.

23. Confissão da Palavra na célula Sempre confesse uma palavra antes de você comparti-lhá-la ou depois da mesma.

24. Textos motivacionais Encontrados na agenda do líder, leia as breves biografias de grandes homens de Deus.

25. Vigílias Leve sua micro-célula para a vigília ou faça uma lá na região mesmo.

26. Crescer e multiplicar Re-explicar para os membros o motivo da multiplicação da célula e coloca-los para ajudar.
Datas novas.

27. Calendário da célula Postado no site também

28. Site http://acelula.wordpress.com/