Palavra da Célula 09 Dezembro 09 – Fatores para chave do sucesso

dezembro 9, 2009

Há três fatores importantes que compõe uma estrutura de sucesso:


1 – A visão e os valores fundamentais Devem estar de acordo com os princípios bíblicos. Tem que ter uma visão clara! Sem a visão, as pessoas estarão dispersas. A visão e a filosofia do ministério, na realidade, possuem valores fundamentais e é a parte mais importante da estrutura.

2 – O espírito das pessoas Com uma boa visão e o espírito das pessoas, você pode ir em frente com todo poder. Porque os israelitas não puderam adentrar na terra prometida? Será que eles não tinham estruturas e nem estratégias? Eles tinham as doze tribos de Israel e toda estrutura e estratégia, mas eles ficaram 40 anos vagando no deserto. Se você analisar a geografia, perceberá que eles poderiam ter feito aquele mesmo trajeto em 11 dias.

3 – Estrutura e Estratégia O segredo para o sucesso é a visão que Deus dá e isso é adentrado no espírito das pessoas. As estratégias são importantes, mas a atitude e o espírito do seu povo é que vai fazer a igreja poderosamente se tornar um exército de Deus.

O povo de Israel não tinha o espírito correto, por isso, estavam sempre murmurando contra Deus e Moisés. Existem pastores e líderes que talvez tenha uma estratégia e uma estrutura boa, eles sabem aonde querem ir, mas se o seu povo não for junto com eles, então não irá funcionar.

Muitas vezes, o pastor e sua esposa acabam saindo sozinhos e os membros ficam sentados na congregação, só observando seus líderes servindo ao Senhor. Então, nós temos que ter certeza que estamos passando a visão corretamente para os membros e que existe um espírito das pessoas positivo, poderoso, apoiado e envolvido na igreja. Você precisa se certificar de tudo que você pregar e ensinar, para ver se está ajudando a transformar a vida das pessoas.



Modelos e Estratégias de Fundação de Igreja

1 – Modelo de igreja em células Você vai começar uma igreja por meio da célula. Funciona assim: você manda uma equipe pequena da mesma célula para outra cidade para evangelizar. Em seguida, você deve acompanhar o novo convertido e discipulá-lo. Logo após, começa as células nas casas ou nos campos universitários. À medida que os grupos forem crescendo e se multiplicando você passa para um prédio, realizando assim, os cultos de domingo. Todo mundo pode fazer isso. Pessoas comuns, líderes e membros de célula. Não depende de “líderes grandes” ou de um pastor titular, mas sim da mobilização, de pegar todas as células, ter uma visão missionária e sair para outros lugares fundando igrejas.

2 – Modelo de Cruzada É totalmente diferente do primeiro. Começa com uma grande cruzada que resultará na abertura da igreja. Esse modelo exige um grande orçamento e também um acompanhamento eficaz, porque depois de uma grande cruzada, você terá uma centena de conversões. Esse modelo precisa de grandes pregadores e bons líderes. Então, não é todo mundo que pode fazer esse modelo. Precisa de um grande evangelista para pregar na cruzada. Temos muito desse modelo funcionando na África.


3 – Modelo Fabricação de Tendas O pastor relaciona com uma equipe de liderança, mas o pastor da nova igreja, a que está sendo fundada, não precisa ser uma pessoa em tempo integral no ministério. Eles não são financiados em tempo integral. Então, os empresários vão e abrem uma nova empresa naquela cidade. Mas eles não estarão apenas com o alvo de fundar uma empresa, mas também de abrir uma igreja. O lema é: Aonde os membros vão, eles fundam uma igreja. Isso faz parte dos nossos valores fundamentais. Se a pessoa tiver a visão, o coração, Deus vai abrir as portas para fazer isso acontecer. Nós temos que ir além das nossas limitações. Se pedirem para você fazer algo é porque você pode fazer. Se Deus te deu a grande comissão é porque você pode alcançar. A Bíblia diz “vá para todas as nações”. Vamos ter o Espírito de campeões para Jesus, para alcançar as nações!

4 – Modelo do Líder em Tempo Integral Nesse modelo você envia um missionário em tempo integral para fundar igreja. A “igreja mãe” deve sustentá-lo financeiramente. Nesse caso, ele não precisa arrumar um emprego na outra cidade, mas a igreja precisa ter um orçamento bem alto. A vantagem, é que aquele líder terá mais tempo para dedicar a obra de Deus. A expectativa que nós temos é que esses pastores irão supervisionar muitas igrejas, por isso eles precisam de mais tempo.

5 – Modelo do Grande Começo Modelo totalmente diferente de começar em célula. Começam com um grupo razoável de pessoas se mudando para uma cidade. Esse modelo precisa ter um pastor para supervisionar a nova igreja. Nos Estados Unidos foi colocado em prática esse modelo. Nesse caso, quando tem uma base grande, você pode crescer muito rápido, mas poderá ver o desafio de não poder fundar mais igrejas durante o ano, porque você já enviou muitas pessoas da “igreja mãe” para a nova cidade.

Todos os modelos têm seus pontos fortes, positivos, fracos e negativos. Que nós recebamos nesses dias a sabedoria celestial em nossas vidas para saber implementar essas verdades e qual modelo que devemos ou não seguir em nosso ministério. Que Deus nos dê um caminho, uma maneira para que possamos voltar para as nossas casas com a convicção de fazer coisas grandes para o Senhor e para fundar igrejas.

por Pr. Sritawong Phitsanunar


O verdadeiro arrependimento

dezembro 4, 2009

Este Salmo é o registro da agonia da alma de Davi após o seu terrível crime de adultério e assassinato. Por causa da ociosidade ele teve chance de ver uma mulher tomando banho. Davi viu, cobiçou, adulterou e tentou esconder o seu pecado. Ele usou quatro planos para encobrir o seu pecado:

• Plano A – Dar férias ao marido de Bate-Seba.

• Plano B – Dar um banquete ao marido de Bate-Seba.

• Plano C – Encomendar a morte do marido de Bate-Seba.

• Plano D – Casar-se com Bate-Seba para esconder a gravidez.

Tudo parecia perfeito. Todas as provas do pecado foram aparentemente destruídas. Ele só não contava com uma coisa: Deus estava vendo (2Sm 11.27). Davi, então, é tomado por um sentimento de culpa e horror. E foi nessa condição que ele escreveu o Salmo 51. O arrependimento de Davi nos mostra o caminho da restauração. Enquanto Davi calou o seu pecado, a sua vida murchou, os seus ossos secaram, a alegria da salvação foi embora, porque a mão de Deus pesava sobre ele de dia e de noite (Sl 32. 1-5). Não há libertação, cura nem restauração onde não há arrependimento. Passos para a restauração a. Reconheça o seu pecado Davi por um tempo escondeu o seu pecado.

Mas isso estava arruinando a sua vida. Ele, então, olhou de uma maneira séria o que havia feito. Convicção de pecado é o primeiro passo para a restauração. Não olhe para os outros. Não julgue nem culpe os outros. Seja honesto com você mesmo. Pare de argumentar e se justificar. Faça como Davi, “Eu conheço as minhas transgressões” (v. 3). O mundo fará qualquer coisa para impedir que você encare a si mesmo. As pessoas estão lotando os cinemas, entupindo as passarelas do carnaval, vendo novelas, divertindo-se, porque não querem olhar para dentro de si mesmas. b.

Reconheça a natureza do que tem feito (v. 1,2) Dê o nome correto ao pecado. Alguns se escondem atrás da psicologia supondo que o pecado é algum problema psicológico. Em vez de se arrependerem presumem que precisam de cura interior. Davi não caiu nesse engodo. Ele usa aqui três palavras para descrever seu erro: Transgressão – rebelião, revolta contra a autoridade. Davi admite que foi rebelde. Sua própria vontade prevaleceu. Ele foi governado por um desejo lascivo. Fez o que sua consciência reprovava. Foi um ato deliberado de desobediência, uma violação da autoridade divina. Iniquidade – perversão. Algo sujo, indigno, vergonhoso. Há muitas coisas pervertidas como ciúme, inveja, malícia, impureza. Pecado – errar o alvo. Não estamos vivendo conforme vivendo conforme deveríamos viver.

Estamos fora da linha. c. Reconheça que todo pecado é contra Deus e diante de Deus – v. 4 Davi pecou contra Bate-Seba, contra Urias, contra sua família, contra a nação, contra os homens que foram mortos na batalha, mas ele confessa: “Contra ti somente pequei”. Por que contra Deus? Porque sempre que pecamos contra alguém, estamos pecando contra Deus que criou esse alguém. Estamos ferindo alguém amado por Deus. Estamos nos intrometendo na obra da criação e da providência de Deus. Reconheço que o pecado ofende a Deus. Sempre que pecamos, nos insurgimos contra Deus. d. Rejeite toda desculpa e justificativa – v. 4 Davi admite que o seu pecado foi resultado da sua obstinação. Reconhece que está totalmente errado. Nada tem para se justificar. Enquanto você tentar se justificar, não terá dado provas de arrependimento.

O arrependimento é o reconhecimento de que você não merece nada senão o juízo. Gostamos de usar desculpas como: “Eu sou apenas um ser humano.”, “Ninguém é perfeito.”, “Eu não sou de ferro.”, “Eu posso fazer isso porque tenho maturidade.” etc. Existe também as desculpas bíblias como a de Adão e de Eva. Ele disse: “A mulher que me destes.”, sempre achamos que o outro nos fez pecar; Eva disse: “É culpa da serpente” , até hoje repetimos a desculpa da Eva. e. Reconheça que a sua carne é essencialmente má – v. 5 Davi reconhece que a razão de ter pecado não é o mundo fora dele, a beleza do corpo de Bate-Seba, mas o seu coração sujo. Não é o mundo fora de mim, é algo dentro de mim que está corrompido.

Não é simplesmente uma questão do que eu faço, mas de quem eu sou. Meu coração é uma fábrica de iniquidade. É de dentro de mim que procedem maus desígnios. Não é o mundo, é o meu coração. Não é simplesmente a pornografia, é o meu coração lascivo. Não é a guerra, é o meu coração perverso. Não é a injustiça social, é o meu coração avarento. Quando você percebe esta verdade a seu respeito, a única coisa que você pode fazer é clamar como Davi: “Tem misericórdia de mim, ó Deus”. Davi tem consciência da sua culpa, mas não pára aí. Só sentir o peso do pecado pode levar ao remorço, a auto-destruição ou a depressão.

Davi não engoliu o veneno. Ele não fugiu de Deus, ele correu para Deus, desejou ser perdoado e purificado, diferente de Adão e Judas que pecaram e fugiram de Deus. Muitos ao pecarem fogem de Deus. Esse é o caminho oposto ao arrependimento. Davi quis Deus pois sabia que só Deus podia restaurá-lo. Deus não rejeita quem tem o coração quebrantado. A cruz foi onde Jesus morreu pelos nossos pecados. Quando nos voltamos para a cruz, encontramos uma fonte de cura, resturação e perdão. Se confessarmos os nossos pecados, Deus é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar. (Jo 1.9) O homem que não percebe que precisa de perdão não é cristão.

Pr. Aluízio A. Silva
fonte: www.IgrejaVideira.com


Palavra da Célula 28 outubro 09 – Paulo, o discipulador de Timóteo

outubro 26, 2009

discipuladoQualquer um que se coloca como pai espiritual, discipulador, precisa manifestar as qualidades de Paulo. Vamos ver algumas delas:

1. Mantinha um relacionamento de pai e filho


Paulo trata Timóteo repetidas vezes como filho (1Tm 1.2;18; 2Tm 1.2;2.1). Vivemos em uma geração de muitos líderes órfãos, líderes que nunca aprenderam a ser filho e que por isso não conseguem exercer uma paternidade espiritual livre e saudável. Precisamos desesperadamente que o Senhor restaure em nós esse tipo de relacionamento.

2. Era amoroso

É precioso ver como Paulo se referia a Timóteo. Não espere ter discípulos se você não consegue expressar amor. Sabemos como a expressão do amor de um pai é vital para o crescimento e a identidade do filho. Há filhos que são gerados e outros que são adotados, mas em ambos os casos devemos amá-los incondicionalmente.

3. Era intercessor


Paulo orava por Timóteo de noite e de dia. Quando amamos um filho, oramos por ele; quando amamos um discípulo, temos encargo pela sua vida. Deixar de orar por um discípulo é sinal de indiferença e relacionamento superficial. É um grande privilégio ter um discipulador intercessor.

4. Mantinha intimidade

Paulo se lembrava das lágrimas de Timóteo. Isso significa que ele tinha liberdade para chorar diante de Paulo. Ele não se envergonhava disso. Em um verdadeiro relacionamento de discipulado, é normal deixar o coração transparecer. Temos liberdade para chorar e para celebrar.

5. Alegrava-se em estar junto

Paulo ficava ansioso para ver Timóteo e assim, transbordar de alegria. Um relacionamento de discipulado onde não há alegria na comunhão, no simples estar junto, certamente não está correto. É preciso avaliar onde está o problema.

6. Era benígno


Paulo tinha a atitude resoluta de enxergar em Timóteo suas qualidades e virtudes. Paulo não insistia que seu discípulo precisava melhorar, mas comunicava-lhe uma profunda aceitação. Não questionava a fé de Timóteo, mas simplesmente presumia o melhor a respeito do filho.

7. Desafiava ao crescimento

Todo discipulador precisa admoestar e exortar o discípulo ao crescimento. Paulo sabia do potencial e da unção que havia em Timóteo. Ciente disso ele desejava levar seu discípulo a ser plenamente útil nas mãos de Deus. Precisamos acreditar em nossos discípulos e no potencial deles sob a unção do Espírito Santo.

8. Transferia unção

No Novo Testamento Paulo é exemplo de que há poder na imposição de mãos e que, de fato, existe transferência de unção no discipulado (Nm 11.16,17). O Senhor vai transferir o espírito que está em você e compartilhá-lo com seus discípulos. Você consegue perceber como é sério ser e ter um discipulador? Entenda a responsabilidade, o discipulador é o padrão para o discípulo. Deus vai transferir o que você tem e compartilhar com os discípulos.

9. Discernia a condição espiritual do discípulo

Paulo sabia das dificuldades de Timóteo. Primeiro ele era jovem demais (1Tm 4.12) e isso certamente o fazia tímido e inseguro. Além disso, Paulo sabia que Timóteo era propenso a doenças (1Tm 5.23). Mas o principal é que Timóteo tinha mais tendência a apoiar-se em outros do que a liderar.

10. Ensinava por palavras e por demonstração

Paulo mostrou a Timóteo como ensinar e viver (2Tm 3.10,11). Ele desafiava Timóteo a reproduzir o que recebeu dele. Mais que isso, desafiava-o a multiplicar-se discipulando as pessoas certas para que estas, por sua vez, transmitissem às outras o que receberam. 

Vamos ver algumas características de Timóteo que nos mostram como deve agir um bom discípulo:

1. Tratava seu discipulador como pai espiritual (1Co 4.17)

O discípulo antes de qualquer coisa deve aprender a ser filho. Em Hebreus diz que o Senhor teve de aprender a obedecer (Hb 5.8). Ele era Deus e nunca teve que obedecer ninguém. Ele era Deus, mas teve de aprender a ser filho. Para aprender a ser pai, antes precisamos aprender a ser filho.

2. Imitava seu discipulador (1Co 4.14-16)

Os coríntios não imitavam Paulo, mas este se colocou como um modelo a seguir, um exemplo. Evidentemente todo discipulador possui falhas, mas o discípulo que tem um coração correto sempre terá de Deus o discernimento do que deve ser imitado.

3. Era um cooperador (Rm 16.21)


Todo discípulo é também um cooperador. Um líder em treinamento coopera com o líder da célula enquanto é discipulado por ele. É exatamente enquanto cooperamos que aprendemos.

4. Era fiel ao discipulador (1Co 4.17)


O discípulo não murmura com terceiros a respeito das falhas do discipulador ou dos problemas que possa ter de enfrentar. A relação entre ambos tem de ser de mútua transparência. O discípulo é um escudeiro para seu discipulador, o protege e até o carrega quando pode. A lealdade é a condição vital para que aconteça uma relação de discipulado.

5. Era confiável (Fp 2.20)

Tornamo-nos confiáveis quando somos transparentes. Um bom discípulo abre seu coração com o seu discipulador. Também nos tornamos confiáveis quando nos permitimos ser tratados. Apenas ser transparente não nos qualifica, mas quando somos transparentes e nos permitimos ser tratados e disciplinados, conquistamos uma posição de confiança.

6. Tinha o caráter aprovado (Fp 2.22)


Todo discípulo precisa ser humilde e ensinável, não deve rejeitar correções. Ele deseja ouvir a avaliação de sua vida e de seu ministério, de modo que possa crescer. Creio que ser ensinável é a característica mais importante de um discípulo, pois se precisar de correção em quaisquer outras áreas, será possível trabalhá-las sem grandes conflitos.

7. Tinha o coração sincero (2Tm 1.5)


A meu ver, a maior responsabilidade para um bom relacionamento de discipulado está sobre o discípulo. Normalmente o discipulador possui muitas ocupações e, por isso o discípulo deve fazer os ajustes necessários para se adaptar à rotina do discipulador. Ele deve ter a iniciativa de buscar o discipulador e assegurar que o relacionamento cresça gradualmente (Hb 13.17).

Pr. Aluízio A. Silva

Fonte: www.IgrejaVideira.com



Palavra da Célula – Os 9 tipos de jejum (Is 58.1-12)

setembro 22, 2009

liliana_dinner_prayerÉ importante aprender nessa passagem os tipos de jejum que não agradam a Deus e compreender os tipos que ele escolhe. Dos versos 6 a 9 nos mostram 9 tipos de jejum que podemos encontrar na palavra de Deus. Para exemplificar e esclarecer a importância dessas nove razões para jejuar, escolhi nove personagens bíblicos cuja vida ilustra cada um dos aspectos mencionados por Isaías.

1. O jejum do discípulo (Mt 17.21)

O objetivo é “soltar as ligaduras da impiedade” (Is 58.6). Buscar libertação da escravidão do pecado e do diabo para si mesmo ou para outros. Existem certas castas de demônios que só saem pela oração acompanhada de jejum. Os discípulos não jejuavam, por isso não puderam libertar o garoto. 
Atitudes: Renuncie a todo controle falso do inimigo; reconheça o auto-engano; perdoe para vencer a amargura; submeta-se à autoridade de Deus e da Igreja; assuma responsabilidades pessoais e livre-se das influências pecaminosas. 

2. O jejum de Esdras (Ed 8.23)

O objetivo é “desfazer as ataduras da servidão” (Is 58.6). Resolver problemas, invocar a ajuda do Espírito Santo, aliviar pesos e superar barreiras que nos impedem de caminhar com alegria diante do Senhor. Deus já havia liberado a benção de voltar para a terra de Israel, mas haviam inimigos no caminho que tentavam bloquear a bênção. No mesmo princípio, já temos a bênção do Senhor, mas às vezes precisamos romper com pesos e resolver problemas. 
Atitudes: Escolha os que se comprometerão a jejuar com você; compartilhe o problema para ser ajudado; jejue com seriedade a espera de orientação antes de tentar uma solução própria . 

3. O jejum de Samuel (1Sm 7.6)

O objetivo é “por em liberdade os oprimidos” (Is. 58.6). Para ganhar almas, se identificar com pessoas escravizadas, orar e ser usado por Deus para tirar pessoas do reino das trevas e trazê-las para o reino de Deus. É o jejum do avivamento. Samuel jejuou para que Israel fosse liberto do pecado. 
Atitudes: Convoque a célula para reunir-se e jejuar (v.5,6); demonstre arrependimento genuíno (v.3,6); afaste-se do pecado secreto; faça a confissão do pecado pelo grupo (Dn 9); espere a liberação de uma Palavra de Deus (1Sm 3.1); faça do seu jejum um símbolo de sua atitude. 

4. O jejum de Elias (1Rs 19. 4-8)

O objetivo é “despedaçar todo jugo” (Is 58.6). Superar problemas emocionais ou mentais que controlam nossas vidas e devolver o controle ao Espírito do Senhor. Embora não se diga que foi um jejum, Elias deliberadamente ficou sem se alimentar enquanto fugia de Jezabel. Depois desse jejum, ele foi ministrado no monte do Senhor. 
Atitudes: Prepare-se fisicamente e emocionalmente (v.5-8); reconheça seus limites; vá para um lugar onde você possa encontrar- se com Deus; jejue para ouvir a palavra do Senhor (v.9); deixe que a Palavra de Deus revele sua franqueza; confesse sua fraqueza diante de Deus (v.10); não espere sempre manifestações extraordinárias de Deus (v.11-13) e veja Sua palavra de maneira positiva (v.15,16). 

5. O Jejum da viúva (1Rs 17. 13-16)

O objetivo é “repartir o pão faminto e abrigar o pobre desamparado” (Is 58.7). Suprir as necessidades básicas das pessoas que estão ao nosso derredor. Deus enviou o profeta Elias a uma viúva pobre que estava prestes a morrer de fome. Mas Elias em vez de dar-lhe comida, pediu o que ela tinha para ele mesmo. Quando a viúva resolveu dar ao profeta a última comida que lhe restava, ficando ela mesma de jejum, o Senhor fez o milagre da multiplicação. 
Atitudes: Volte-se para o seu próximo; reconheça as próprias bênçãos; separe uma parte do seu próprio suprimento para suprir outros; jejue e ore para receber orientação de Deus; ore por aqueles a quem você ajuda; identifique-se com o sofrimento dos outros. 

6. Jejum de Paulo (At 9.9)

O objetivo é “romper a luz como a alvorada” (Is 58.8). Quando temos de tomar decisões cruciais, precisamos permitir que a luz de Deus venha trazer discernimento e uma perspectiva esclarecedora. Depois de encontrar com o Senhor no caminho de Damasco e ficar cego, Paulo começou a jejuar e, no final deste jejum, Ananias foi enviado a ele para que voltasse a ver e fosse batizado. 
Atitudes: Separe tempo para ouvir o Senhor; faça uma auto-avaliação honesta; deixe de lado o seu esforço e renda- se a Deus; procure um lugar apropriado para orar; aplique-se à oração e obedeça o que você ouviu de Deus. 

7. O Jejum de Daniel (Dn 1.8)

O objetivo é “a tua cura brotará sem detença” (Is 58.8). Para conseguir uma vida mais saudável ou receber cura para alguma enfermidade. Daniel se absteve de alimentos pagãos e manjares do rei para honrar a Deus. No final, o resultado foi que ele estava mais saudável que os demais da corte do rei. 
Atitudes: Tenha um compromisso espiritual no seu jejum; faça do seu jejum um tempo de disciplina; ore para compreender onde há pecado na sua dieta alimentar; faça do seu jejum uma declaração de fé; entenda que o próprio jejum é um meio legítimo de ter saúde física. 

8. O jejum de João Batista (Lc 1. 15)

O objetivo é “a tua justiça irá adiante de ti” (Is 58.8). Que o nosso testemunho e influência do sal do Senhor em nossas vidas sejam realçados diante das pessoas. João Batista tinha o jejum como estilo de vida, pois era nazireu, não bebia nada que viesse da uva. Isso o caracterizava como alguém separado pelo senhor para uma missão especial. 
Atitudes: Faça do seu jejum uma proclamação de sua separação para Deus; decida ser alguém que possui uma vida devotada a Deus; trabalhe com a possibilidade de fazer do jejum um estilo de vida; registre por escrito o testemunho que você deseja obter e submeta seu estilo de vida a Jesus. 

9. O Jejum de Ester (Et 4.16; 5.2)

O objetivo é que “a Glória do Senhor esteja sobre nós” (Is. 58.8). O jejum de Ester não foi para poupar a própria vida, mas para que a Glória do Senhor se manifestasse livrando o seu povo. 
Atitudes: Reconheça o inimigo como a origem do perigo; entenda a natureza da batalha espiritual; reconheça o poder de Deus para guardá-lo; jejue para vencer a cegueira espiritual; entenda que o jejum é apenas parte do processo e que jejum para a batalha são mais efetivos quando feito em grupo.

Pr. Aluízio A. Silva

fonte: www.IgrejaVideira.com


Palavra da Célula 16.set.09 – Uma vida cheia do Espírito ( Jo 3.8)

setembro 15, 2009

 

Palavra da Célula

Palavra da Célula

A vontade de Deus é que seus servos dêem muitos frutos. Não tenha dúvida disso, porém, isso só é possível através de uma vida cheia do Espírito (Lc 24.49). Esse é um dos primeiros requisitos para que o avivamento aconteça no nosso meio.

Uma vida cheia do Espírito será traduzida em pelo menos dois elementos. São eles:

1. Poder do alto

 

A razão porque não somos mais prósperos é que não contamos com o Espírito Santo entre nós, em poder e energia, como nos tempos primitivos. Uma hora de trabalho, no poder do Espírito, pode realizar mais do que um ano de trabalho na energia da carne. E o fruto permanecerá para sempre (Jo 3.6; 1Co 2.4).

2. Convicção do pecado

É necessário que o pecado seja profundamente sentido, antes de poder ser lamentado. Os pecadores devem sentir tristeza, antes de receber consolo. É necessário um profundo arrependimento e convicção de pecado antes que venha a glória de Deus.

A falta do poder e da glória de Deus devia ser considerada como prova de inaptidão para o pastor, o diácono, presbítero, discipulador, líder de célula ou até mesmo para um professor de escola cristã (Jo 15.5). Os seminários não devem recomendar ninguém às igrejas, se ele não tiver obtido o grau mais elevado: o revestimento do poder do alto. 

Buscamos o avivamento, contudo, para que ele seja gerado, devemos cumprir com algumas rotinas espirituais:

1. Oração (Is 66.8)

As almas não são salvas pelo homem, e sim por Deus. Ele opera em resposta à oração, não temos outra alternativa. A oração movimenta o braço divino, que põe o avivamento em ação. A conversão é uma operação efetuada pelo Espírito Santo, e a oração é o poder que a assegura.

2. Comunhão com o espírito santo

Os nossos dias, mais do que nunca, precisam de homens que vivam em plena comunhão com o Espírito, que sejam íntimos do Espírito Santo. Na Bíblia, comunhão significa : 

a. Presença 
b. Confraternização 
c. Compartilhamento
d. Participação
e. Intimidade
f. Amizade 
g. Camaradagem

O Espírito Santo é uma pessoa, mas Ele também pode ser reconhecido através de alguns símbolos, entre eles o vento.

O vento

Normalmente, temos padrões de pensamentos estabelecidos a respeito de quase tudo na vida, inclusive a respeito de como o Espírito se move. A vida cristã é Cristo se movendo e existindo em nós. Se estivermos fora de tal mover, estamos fora do avivamento e somos os mais miseráveis. Quais são as características desse mover:

1. O Espírito é livre para agir

Não há nada que você possa fazer a respeito do vento, para Ele não há proibições. Não há governos, nem decretos, não há papa nem apóstolo que lhe dê ordens, ninguém pode impedi-lo de soprar e nem obrigá-lo a tal. 

2. O Espírito obedece às Suas próprias leis

Deus pode ungir quem nós menos esperamos, e não ungir quem esperamos. Nenhum dos profetas que escreveram a Bíblia vieram das escolas dos profetas. Eliseu estava no campo; Amós estava na fazenda; Oséias estava na padaria; Jeremias e Ezequiel estavam no meio do povo.

3. Ouve-se a Sua voz


Avivamento é fruto de ouvir a voz do vento. Felipe ouviu a voz do Espírito em Samaria e foi para o deserto, quando estava no meio de um forte mover. Se você se apegar ao seu passado e exigir que Deus faça o que você considera importante e desejável, você jamais obterá o fluir do Espírito. 

A pessoa 

Dissemos que o Espírito Santo é uma pessoa. Aqui, precisamos explicar algo: não podemos resistir ao vento, mas podemos resistir à pessoa do Espírito e impedi-lO de operar. Resistimos ao Espírito Santo todas as vezes que nos opomos à Sua Palavra e à Sua vontade para nossa vida; todas as vezes que fazemos prevalecer nosso querer em detrimento do dEle, ou pior, quando ignoramos o Seu querer. 

Você, alguma vez, já entristeceu alguém que você ama muito? Não há ninguém que o ame mais que o Espírito Santo e Ele pode ser entristecido por você. O que pode entristecer o Espírito? Amargura, cólera(raiva), ira(ódio), gritaria(confusão), blasfêmias(insulto, irreverência), malícia(maldade, astúcia, má fé) e furto (Ef 4.30,31).

Até aqui, entendemos que precisamos cumprir alguns requisitos para sermos cheios do Espírito; entendemos ainda que ele pode ser resistido. Falamos que precisamos ter comunhão com Ele, mas ainda não falamos como fazemos isso. Só existe um jeito, a entrega.

Entrega

É como no casamento, um ato altruísta de rendição amorosa. Se você quiser separar partes para serem só suas, seu relacionamento não poderá ser pleno. Só uma entrega total produz comunhão total.

Quando um cônjuge ignora o outro, dá-se início um caminho de animosidade e amargura que pode, muitas vezes, culminar até mesmo em divórcio. A mesma coisa acontece quando você negligencia o Senhor, você irá sentir amargura e raiva, como aconteceu com o povo de Israel no deserto (Nm 14.2,3;27). 

Eles deixaram de buscar ao Senhor e seus corações se endureceram. O resultado disso foi que eles morreram no deserto. O mesmo Espírito que mostrou-se essencial para a obra terrena de Cristo é necessário para você. Ele é indispensável. Ele quer fazer uma entrada triunfal em sua vida. E o convite de hoje é: entregue-se a Ele totalmente!

Naor Pedroza

fonte: www.IgrejaVideira.com


Palavra da Célula 09 set 2009 – Como alcançar a Glória de Deus

setembro 9, 2009

tocar_gloriaHavia sobre Moisés o encargo de conduzir o povo de Deus à Sua vontade. Deus o havia escolhido. Moisés “impõe” uma condição a Deus para ir além com a obra que estava diante dele: que Deus manifestasse Sua presença e glória.

Essa seria a prova de que Deus estava com eles e que teriam sucesso nas suas caminhadas (v. 16). Todos as vezes que o Senhor nos desafia a avançar, precisamos ter a certeza de que Ele está conosco, do contrário, como Moisés, devemos nos recusar a avançar. A manifestação de sua presença e de sua glória é a prova, o selo da segurança celestial.

Deus nos desafia a subir nessa cidade, porém precisamos ter a certeza da Sua presença conosco. Em todos os desafios de sua vida, não cometa a loucura de subir sem a prova de que o Senhor está com você. Muitos irmãos e igrejas têm subido sozinhos e por isso são derrotados.

Logo após a prova de Deus a Moisés, Ele o entrega as tábuas da lei. Todas as vezes que temos a Sua presença conosco temos também Sua Palavra para nos conduzir.

“Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo.” (2 Co 4.6).

A palavra de Deus nos revela que Cristo é a Glória de Deus. Buscar a Cristo, é buscar a Glória de Deus.

Moisés é um exemplo de uma pessoa a quem Deus manifestou Sua glória.

“Então, disse o SENHOR a Moisés: Sobe a mim, ao monte, e fica lá; dar-te-ei tábuas de pedra, e a lei, e os mandamentos que escrevi, para os ensinares. Levantou-se Moisés com Josué, seu servidor; e, subindo Moisés ao monte de Deus, disse aos anciãos: Esperai-nos aqui até que voltemos a vós outros. Eis que Arão e Hur ficam convosco; quem tiver alguma questão se chegará a eles. Tendo Moisés subido, uma nuvem cobriu o monte. E a glória do SENHOR pousou sobre o monte Sinai, e a nuvem o cobriu por seis dias; ao sétimo dia, do meio da nuvem chamou o SENHOR a Moisés” (Ex 24.12-16).

1-Obediência ao chamado de Deus

Obedecer é mais importante que sacrificar (oração).

2-Separou-se para buscar a Deus – subiu sozinho

Entre para o teu quarto, feche a porta e ore ao Senhor.

3-Buscar até encontrar – Deus apareceu somente no sétimo dia

“Cerca de oito dias depois de proferidas estas palavras, tomando consigo a Pedro, João e Tiago, subiu ao monte com o propósito de orar. E aconteceu que, enquanto ele orava, a aparência do seu rosto se transfigurou e suas vestes resplandeceram de brancura. Eis que dois varões falavam com ele: Moisés e Elias, os quais apareceram em glória e falavam da sua partida, que ele estava para cumprir em Jerusalém. Pedro e seus companheiros achavam-se premidos de sono; mas, conservando-se acordados, viram a sua glória e os dois varões que com ele estavam. Ao se retirarem estes de Jesus, disse-lhe Pedro: Mestre, bom é estarmos aqui; então, façamos três tendas: uma será tua, outra, de Moisés, e outra, de Elias, não sabendo, porém, o que dizia.” (Lc 9.28-33).

4- Moisés viu a glória de Deus – Cristo

Levantemo-nos como uma igreja de discípulos, com o coração como os dos primeiros mais necessitados do Senhor, como Maria. Clamemos por Ele, juntos, para que Sua última e maior manifestação, a do deus Espírito Santo, se manifeste entre nós, para rompermos no tão esperado avivamento dos últimos dias e assim, uma grande colheita como jamais vista antes aconteça entre nós. Clamemos ao Senhor com um coração desesperado por Sua glória.

Pr. Naor Pedroza
Fonte: www.IgrejaVideira.com


Palavra da Célula 26 ago 09 – O voto do Nazireu

agosto 24, 2009

sansãoNazireu quer dizer “separado”. É uma pessoa que se consagra a Deus voluntariamente.
O voto do Nazireu consistia em três aspectos: abster-se do produto da uva, não cortar o cabelo e não tocar em cadáveres.

1- O voto do Nazireu

a. O produto da uva (Nm 6.3-4)

A primeira coisa que o Nazireu devia abster-se era do vinho e de todo o produto da uva. O vinho simboliza a alegria natural da vida. Todo aquele que deseja ser um Nazireu, deve se abster da alegria que o mundo oferece. 
O apóstolo Paulo compara o enchimento com Espírito Santo à embriaguez do vinho (Ef 5.18). Esta é a razão por que um Nazireu não bebia vinho: para mostrar que o seu maior prazer e deleite era a pessoa do Senhor.

b. Não cortar o cabelo (Nm 6.5)

O cabelo era o sinal mais evidente da consagração de um Nazireu. Deixar crescer o cabelo é um sinal de submissão a Deus (1Co 11.10;14). Nós hoje somos os Nazireus de Deus e devemos estar sujeitos ao Senhor e aos irmãos.
Deixar o cabelo crescer significa também desonra (1Co 11.4). Então, um Nazireu é aquele que nega a própria glória e a dá a Deus. É aquele que não se importa de sofrer desonra em nome de Deus e obedecer à Sua Palavra.
O cabelo comprido do Nazireu era o sinal mais evidente de sua consagração, porque expressava submissão e obediência. A nossa consagração ao Senhor sempre envolverá a disposição em sofrer afrontas e zombaria e de nos submetermos completamente a Deus.

Mas no exemplo de Sansão vemos que o cabelo também estava relacionado com o poder. O cabelo comprido mostrava que ele era um com Deus e que daí vinha a sua força. Depois que Sansão teve seu cabelo cortado, perdeu suas forças e passou a ser subjugado pelos filisteus.

c. A afeição natural (Nm 6.7)

Um Nazireu não podia tocar em cadáveres mesmo que este fosse de seu próprio filho. Ele deveria colocar a sua família em segundo plano, nem mesmo podia velar a morte de um filho. Jesus disse que se alguém amasse pai e mãe, mais do que a Ele, não seria digno de ser seu discípulo. Não devemos ser impedidos de servir a Deus por causa de pai, mãe, esposa e filhos (Lc 14.26). Aqueles que não conseguem priorizar o Senhor e se desvencilhar dos laços familiares, não possuem uma consagração completa ao Senhor de fato.

d. Rejeitar a morte – (Nm 6.6)

O Nazireu deveria também se afastar de cadáveres, rejeitar tudo aquilo que é morte. Há muitas coisas que não são necessariamente pecaminosas, mas trazem consigo a morte, pois não tem origem em Deus.
Aquele que se consagra ao Senhor deve ser cuidadoso com aquilo que ouve, vê e lê. Ser consagrado ao Senhor é mais que rejeitar o pecado, e a carne. Ser consagrado ao Senhor é rejeitar tudo aquilo que estiver impregnado de morte.
No mundo espiritual, temos três inimigos, e cada um deles opõe-se a uma pessoa da Divindade. O diabo se opõe a Cristo (Mt 4.1-10),a carne faz guerra contra o Espírito (Gl 5.17) e o mundo se opõe ao Pai (1Jo 2.15-17). O Mundo, e tudo o que nele há, é morte diante de Deus.
Para vencer o diabo, basta repreendê-lo e resisti-lo pela fé; para vencer o pecado, basta confessá-lo e crer no poder do sangue do Cordeiro; a morte, no entanto, só pode ser vencida através da comunhão e do amor do Pai. Muitos irmãos não são cheios do Espírito, simplesmente, porque não têm o coração consagrado a Deus. A consagração é uma das principaiscondições para sermos usados por Deus.

O exemplo de Sansão – (Js 13.1-5)

Sansão foi escolhido por Deus desde o ventre materno. Um dia, um anjo apareceu aos seus pais lhes disse que teriam um filho, o qual seria consagrado ao Senhor desde o ventre. E o mesmo se deu conosco: o Senhor nos escolheu quando ainda estávamos no ventre materno (Sl 139.16).
Por isso o inimigo quer quebrar nossa consagração, a fonte da nossa força espiritual que é a unção do espírito. O inimigo sabe que sem a unção não temos poder. Por isso, ele procura nos seduzir com o intuito de quebrar a nossa consagração espiritual. Foi o que aconteceu com Sansão.

O diabo é astuto e não nos conduz diretamente ao pecado. Primeiro, ele nos convence de que não tem nada de errado em passear entre os parreirais e sentir o cheiro das uvas (Jz 4.5). Muitos irmãos não vivem no pecado ou no mundo, mas na fronteira entre ambos (Jz 14. 8-9).
A tentativa inicial do diabo para seduzir Sansão entre as vinhas não obteve êxito. Da mesma forma, a artimanha para fazê-lo tocar no cadáver do leão também não surtiu o efeito desejado. Por último, o inimigo usou uma mulher para induzi-lo a cortar os cabelos. E quando, enfim, os cabelos de Sansão foram cortados, ele perdeu todas as forças, e foi entregue por Dalila aos filisteus. Levado para o cárcere, furaram-lhe os olhos e obrigaram-no a rodar um moinho(Jz 16.19-21).

As conseqüências imediatas da consagração quebrada são:

• Perda do poder para vencer o pecado e subjugar o inimigo;
• Perda da liberdade conquistada em Cristo: por causa do pecado, muitos que outrora foram libertos, vivem sob jugo de escravidão do diabo;
• Perda da visão, do discernimento e da sensibilidade espiritual;
• Perda da direção espiritual: por causa das cadeias espirituais que nos prendem, passamos a andar em círculos.

A consagração é sempre seguida pela unção. E todas as vezes que o óleo desce sobre nós, a luz de Deus ilumina o nosso interior e dessa forma, sabemos para onde ir e como chegar lá. Quando não há consagração, gastamos muita energia e produzimos quase nada. Mas se a unção está sobre nós, vemos o que outros não vêem, fazemos o que outros não fazem, avançamos enquanto outros desistem.

Aluízio A. Silva
fonte: www.IgrejaVideira.com


Palavra da Célula – Os três avanços do Pecado

julho 30, 2009

sentada joelhos fechadosTodo pecado é uma grande fraude. Ele promete prazer e paga com desgosto; propagandeia a liberdade, mas nos escraviza; levanta bandeira da vida, mas seu salário é a morte; tem aroma sedutor, mas no fim seu cheiro é de enxofre.

Só os loucos zombam ou brincam com o pecado. Ele é a expressão de tudo aquilo que é maligno; é pior que pobreza, solidão ou doença; é pior até que a própria morte, pois nem ela pode tragá-lo, porque uma pessoa morre e continua em tormento eterno por conseqüência do pecado.
O pecado arruína o seu corpo, faz desfalecer a sua alma e impede o seu espírito de comungar com o Pai. E para aqueles que não foram salvos, o pecado garante o sofrimento eterno no lago de fogo e enxofre sem nenhuma esperança de redenção! “Quem não crê já está condenado” (Jo 3.18).

As conseqüências dos pecados

Com o passar do tempo, em nossa carreira cristã, passamos a ignorar as desgraças do pecado.
Esquecemos que para libertar o homem do pecado, Deus teve que Se fazer homem, despir-Se de Sua glória e tomar na cruz do calvário o justo juízo que deveria cair sobre nós! O cálice eterno da ira de Deus!

Em outras palavras, é como se em um único momento, Jesus suportasse o sofrimento eterno que todos os homens,
de todas as épocas, deveriam sofrer. A cruz foi muito mais do que os espinhos e os cravos!
O pecado no fez inimigos de Deus, antes da reconciliação(Rm 5.10). Imagine a nossa situação antes de sermos
salvos: Deus era o nosso inimigo. Quem poderia nos salvar? Mas não é porque fomos reconciliados com Deus, através
de Jesus Cristo, que podemos andar de qualquer forma ou falar qualquer coisa. Muitos temem o que os homens podem fazer contra nós, mas Jesus nos mostra que devemos temer apenas Aquele que tem o poder para lançar no inferno (Lc 12.5).

O pecado de Davi

Davi foi conhecido como um homem segundo o coração de Deus, mas sentiu na pele e na alma a tragédia do pecado.
A história cristã está repleta de gigantes espirituais que sucumbiram aos convites do pecado, manchando
o seu testemunho. Através do doloroso testemunho da queda de Davi, relatado no segundo livro de Samuel, entendemos que o pecado nos conduz a três avanços:

1. Leva-nos mais longe do que queríamos ir;
2. Retém-nos por mais tempo do que gostaríamos de ficar;
3. Custa-nos mais caro do que queríamos pagar.

Vamos analisar cada um deles mais detalhadamente.

1. Mais longe do que queríamosir Quando Davi viu Bate-Seba se banhando e deixou a cobiça crescer dentro de si até cometer o adultério,jamais imaginou que o caminho pelo qual estava entrando era um caminho de morte (2Sm 12.1-9).
Talvez pensasse que seria apenas uma aventura de verão. Mas, o pecado nunca é passageiro ou superficial. Seus efeitos são profundos e mais duradouros do que se pode imaginar (2Sm 12.10-15).

O pecado de Davi lhe trouxe conseqüências desastrosas.

Ele perdeu sua autoridade espiritual sobre sua família e sua casa desmoronou diante de seus olhos. Davi colheu
os frutos amargos de sua maldita semeadura.
Muitas pessoas passam a vida inteira chorando por uma decisão errada e praticada em questão de instantes. Pagam
um alto preço por uma desobediência!

2. Mais tempo do que gostaríamos de ficar

Como Davi não calculou custo do seu interesse por Bate-Seba, ele foi dominado pela concupiscência dos olhos
e pela paixão da carne. O adultério com Bate-Seba teve desdobramentos dolorosos para Davi, sua família e toda
nação de Israel.

O pecado de Davi não atingiu apenas a ele e sua geração, mas também a todas as gerações posteriores. Durante
todos os séculos que se seguiram a esse pecado, ele tem sido relembrado e a memória de Davi manchada! Palavra da Célula

Davi, o fi el pastor de ovelhas, o inspirado compositor, o grande músico, o infl uente líder, o rei conquistador que
ergueu um exército de valentes em meio a homens amargurados de espírito e endividados, manchou sua história
pelo pecado e seus terríveis desdobramentos!

Como fruto do adultério, Bate-Seba engravidou-se de Davi.

A criança adoeceu gravemente e apesar das insistentes petições de Davi, a criança morreu. Seu pecado durou
muito mais tempo que o desejo que o dominou. O que era para ser apenas um tempo de prazer, se converteu
em queda, angústia e juízo. O pecado é como a nascente de um grande rio, no seu nascedouro as águas são rasas. Mas depois, com a soma dos muitos afluentes, esse rio se torna intransponível e inadministrável.

3. Mais caro do que gostaríamos de pagar

O pecado de Davi lhe custou muito caro. Durante muito tempo, ele viveu atrás de máscaras, escondendo o seu
pecado e atraindo sobre o justo juízo de Deus sobre si (Sl51.3). 
A mão de Deus pesava sobre ele dia e noite e abatia o seu vigor (Sl 51.8). Davi perdeu sua reputação e ainda
os ímpios blasfemaram do nome de Deus por sua loucura (2Sm 12.14)!
Além disso, ele teve que administrar outras perdas. Sua filha Tamar, foi violentada pelo próprio irmão Amnom. Absalão,
irmão de Tamar, mandou matar a Amnom para vingar o que este havia feito com ela.
Depois, Absalão se rebelou contra Davi, seu pai, para tirar-lhe a vida e tomar-lhe o reino. Nessa seqüência de
desgraças, Absalão foi assassinado por Joabe, comandante do exército de Davi. Isso, apenas para citar alguns
valores cobrados pelo diabo, como conseqüência de um pecado que, a seu tempo, não foi rejeitado.

A restauração

É tempo de arrependimento. Deus nos chama hoje para mudarmos nossa vida. Podemos por um tempo esconder
o nosso pecado, mas ele não fi cará encoberto. O tempo em que ele permanece encoberto é o tempo da misericórdia
e da graça de Deus. Este é o tempo que o Senhor nos está dando para o arrependimento brotar do nosso coração.
Há um caminho de volta, e esse caminho está des crito na primeira carta de João: Se dissermos que não temos pecado, enganamonos a nós mesmos, e não há verdade em nós.
Se confessarmos os nossos pecados, ele é fi el e justo para nos perdoar os pecados, e nos purifi car de toda a injustiça. (1Jo 1.9)

Só haverá restauração depois que houver arrependimento genuíno. O primeiro fruto do arrependimento é a confissão. 
Diante da confissão, o Senhor nos perdoa e nos purifica de toda injustiça.

Roberto Coelho
fonte: www.IgrejaVideira.com


Novo Banner da célula Herdeiros da Promessa

janeiro 22, 2009

Uma imagem que nos faz refletir e pensar não somente em nós mesmos, na nossa vida, no nosso trabalho, na nossa salvação… mas perceber, cair em si, que outras vidas como nós que tivemos o privilégio de encontrar o Salvador face a face e ter a vida transformada , e pessoas, amigos e até familiares por algum motivo não tem experimentado e desfrutado desta nova vida. Uma vida que realmente vale a pena de ser vivida… QUEM SE IMPORTA?
2009 é o ano da Consolidação para nossa célula, discipulado, rede e igreja. Precisamos fazer o que nos indicam, mas fazer além, fazer para o Senhor em amor à Ele que é Digno e ao nosso próximo, conforme mandamento dele resumido no NT: “Amai a Deus acima de todas as coisas e amai o próximo como a ti mesmo.”

QUEM SE IMPORTA? Eu e você podemos estar indo para o céu hoje, para a glória… mas… e o seu amigo de trabalho, seu primo, seu parente, seu filho(a) , seus pais…?

Quem se importa?

um abraço a todos,

André Rebouças da Luciana Rebouças.

Ah! e comentem o que acharam deste novo banner e site! 

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