Palavra da Célula 09 Dezembro 09 – Fatores para chave do sucesso

dezembro 9, 2009

Há três fatores importantes que compõe uma estrutura de sucesso:


1 – A visão e os valores fundamentais Devem estar de acordo com os princípios bíblicos. Tem que ter uma visão clara! Sem a visão, as pessoas estarão dispersas. A visão e a filosofia do ministério, na realidade, possuem valores fundamentais e é a parte mais importante da estrutura.

2 – O espírito das pessoas Com uma boa visão e o espírito das pessoas, você pode ir em frente com todo poder. Porque os israelitas não puderam adentrar na terra prometida? Será que eles não tinham estruturas e nem estratégias? Eles tinham as doze tribos de Israel e toda estrutura e estratégia, mas eles ficaram 40 anos vagando no deserto. Se você analisar a geografia, perceberá que eles poderiam ter feito aquele mesmo trajeto em 11 dias.

3 – Estrutura e Estratégia O segredo para o sucesso é a visão que Deus dá e isso é adentrado no espírito das pessoas. As estratégias são importantes, mas a atitude e o espírito do seu povo é que vai fazer a igreja poderosamente se tornar um exército de Deus.

O povo de Israel não tinha o espírito correto, por isso, estavam sempre murmurando contra Deus e Moisés. Existem pastores e líderes que talvez tenha uma estratégia e uma estrutura boa, eles sabem aonde querem ir, mas se o seu povo não for junto com eles, então não irá funcionar.

Muitas vezes, o pastor e sua esposa acabam saindo sozinhos e os membros ficam sentados na congregação, só observando seus líderes servindo ao Senhor. Então, nós temos que ter certeza que estamos passando a visão corretamente para os membros e que existe um espírito das pessoas positivo, poderoso, apoiado e envolvido na igreja. Você precisa se certificar de tudo que você pregar e ensinar, para ver se está ajudando a transformar a vida das pessoas.



Modelos e Estratégias de Fundação de Igreja

1 – Modelo de igreja em células Você vai começar uma igreja por meio da célula. Funciona assim: você manda uma equipe pequena da mesma célula para outra cidade para evangelizar. Em seguida, você deve acompanhar o novo convertido e discipulá-lo. Logo após, começa as células nas casas ou nos campos universitários. À medida que os grupos forem crescendo e se multiplicando você passa para um prédio, realizando assim, os cultos de domingo. Todo mundo pode fazer isso. Pessoas comuns, líderes e membros de célula. Não depende de “líderes grandes” ou de um pastor titular, mas sim da mobilização, de pegar todas as células, ter uma visão missionária e sair para outros lugares fundando igrejas.

2 – Modelo de Cruzada É totalmente diferente do primeiro. Começa com uma grande cruzada que resultará na abertura da igreja. Esse modelo exige um grande orçamento e também um acompanhamento eficaz, porque depois de uma grande cruzada, você terá uma centena de conversões. Esse modelo precisa de grandes pregadores e bons líderes. Então, não é todo mundo que pode fazer esse modelo. Precisa de um grande evangelista para pregar na cruzada. Temos muito desse modelo funcionando na África.


3 – Modelo Fabricação de Tendas O pastor relaciona com uma equipe de liderança, mas o pastor da nova igreja, a que está sendo fundada, não precisa ser uma pessoa em tempo integral no ministério. Eles não são financiados em tempo integral. Então, os empresários vão e abrem uma nova empresa naquela cidade. Mas eles não estarão apenas com o alvo de fundar uma empresa, mas também de abrir uma igreja. O lema é: Aonde os membros vão, eles fundam uma igreja. Isso faz parte dos nossos valores fundamentais. Se a pessoa tiver a visão, o coração, Deus vai abrir as portas para fazer isso acontecer. Nós temos que ir além das nossas limitações. Se pedirem para você fazer algo é porque você pode fazer. Se Deus te deu a grande comissão é porque você pode alcançar. A Bíblia diz “vá para todas as nações”. Vamos ter o Espírito de campeões para Jesus, para alcançar as nações!

4 – Modelo do Líder em Tempo Integral Nesse modelo você envia um missionário em tempo integral para fundar igreja. A “igreja mãe” deve sustentá-lo financeiramente. Nesse caso, ele não precisa arrumar um emprego na outra cidade, mas a igreja precisa ter um orçamento bem alto. A vantagem, é que aquele líder terá mais tempo para dedicar a obra de Deus. A expectativa que nós temos é que esses pastores irão supervisionar muitas igrejas, por isso eles precisam de mais tempo.

5 – Modelo do Grande Começo Modelo totalmente diferente de começar em célula. Começam com um grupo razoável de pessoas se mudando para uma cidade. Esse modelo precisa ter um pastor para supervisionar a nova igreja. Nos Estados Unidos foi colocado em prática esse modelo. Nesse caso, quando tem uma base grande, você pode crescer muito rápido, mas poderá ver o desafio de não poder fundar mais igrejas durante o ano, porque você já enviou muitas pessoas da “igreja mãe” para a nova cidade.

Todos os modelos têm seus pontos fortes, positivos, fracos e negativos. Que nós recebamos nesses dias a sabedoria celestial em nossas vidas para saber implementar essas verdades e qual modelo que devemos ou não seguir em nosso ministério. Que Deus nos dê um caminho, uma maneira para que possamos voltar para as nossas casas com a convicção de fazer coisas grandes para o Senhor e para fundar igrejas.

por Pr. Sritawong Phitsanunar


O verdadeiro arrependimento

dezembro 4, 2009

Este Salmo é o registro da agonia da alma de Davi após o seu terrível crime de adultério e assassinato. Por causa da ociosidade ele teve chance de ver uma mulher tomando banho. Davi viu, cobiçou, adulterou e tentou esconder o seu pecado. Ele usou quatro planos para encobrir o seu pecado:

• Plano A – Dar férias ao marido de Bate-Seba.

• Plano B – Dar um banquete ao marido de Bate-Seba.

• Plano C – Encomendar a morte do marido de Bate-Seba.

• Plano D – Casar-se com Bate-Seba para esconder a gravidez.

Tudo parecia perfeito. Todas as provas do pecado foram aparentemente destruídas. Ele só não contava com uma coisa: Deus estava vendo (2Sm 11.27). Davi, então, é tomado por um sentimento de culpa e horror. E foi nessa condição que ele escreveu o Salmo 51. O arrependimento de Davi nos mostra o caminho da restauração. Enquanto Davi calou o seu pecado, a sua vida murchou, os seus ossos secaram, a alegria da salvação foi embora, porque a mão de Deus pesava sobre ele de dia e de noite (Sl 32. 1-5). Não há libertação, cura nem restauração onde não há arrependimento. Passos para a restauração a. Reconheça o seu pecado Davi por um tempo escondeu o seu pecado.

Mas isso estava arruinando a sua vida. Ele, então, olhou de uma maneira séria o que havia feito. Convicção de pecado é o primeiro passo para a restauração. Não olhe para os outros. Não julgue nem culpe os outros. Seja honesto com você mesmo. Pare de argumentar e se justificar. Faça como Davi, “Eu conheço as minhas transgressões” (v. 3). O mundo fará qualquer coisa para impedir que você encare a si mesmo. As pessoas estão lotando os cinemas, entupindo as passarelas do carnaval, vendo novelas, divertindo-se, porque não querem olhar para dentro de si mesmas. b.

Reconheça a natureza do que tem feito (v. 1,2) Dê o nome correto ao pecado. Alguns se escondem atrás da psicologia supondo que o pecado é algum problema psicológico. Em vez de se arrependerem presumem que precisam de cura interior. Davi não caiu nesse engodo. Ele usa aqui três palavras para descrever seu erro: Transgressão – rebelião, revolta contra a autoridade. Davi admite que foi rebelde. Sua própria vontade prevaleceu. Ele foi governado por um desejo lascivo. Fez o que sua consciência reprovava. Foi um ato deliberado de desobediência, uma violação da autoridade divina. Iniquidade – perversão. Algo sujo, indigno, vergonhoso. Há muitas coisas pervertidas como ciúme, inveja, malícia, impureza. Pecado – errar o alvo. Não estamos vivendo conforme vivendo conforme deveríamos viver.

Estamos fora da linha. c. Reconheça que todo pecado é contra Deus e diante de Deus – v. 4 Davi pecou contra Bate-Seba, contra Urias, contra sua família, contra a nação, contra os homens que foram mortos na batalha, mas ele confessa: “Contra ti somente pequei”. Por que contra Deus? Porque sempre que pecamos contra alguém, estamos pecando contra Deus que criou esse alguém. Estamos ferindo alguém amado por Deus. Estamos nos intrometendo na obra da criação e da providência de Deus. Reconheço que o pecado ofende a Deus. Sempre que pecamos, nos insurgimos contra Deus. d. Rejeite toda desculpa e justificativa – v. 4 Davi admite que o seu pecado foi resultado da sua obstinação. Reconhece que está totalmente errado. Nada tem para se justificar. Enquanto você tentar se justificar, não terá dado provas de arrependimento.

O arrependimento é o reconhecimento de que você não merece nada senão o juízo. Gostamos de usar desculpas como: “Eu sou apenas um ser humano.”, “Ninguém é perfeito.”, “Eu não sou de ferro.”, “Eu posso fazer isso porque tenho maturidade.” etc. Existe também as desculpas bíblias como a de Adão e de Eva. Ele disse: “A mulher que me destes.”, sempre achamos que o outro nos fez pecar; Eva disse: “É culpa da serpente” , até hoje repetimos a desculpa da Eva. e. Reconheça que a sua carne é essencialmente má – v. 5 Davi reconhece que a razão de ter pecado não é o mundo fora dele, a beleza do corpo de Bate-Seba, mas o seu coração sujo. Não é o mundo fora de mim, é algo dentro de mim que está corrompido.

Não é simplesmente uma questão do que eu faço, mas de quem eu sou. Meu coração é uma fábrica de iniquidade. É de dentro de mim que procedem maus desígnios. Não é o mundo, é o meu coração. Não é simplesmente a pornografia, é o meu coração lascivo. Não é a guerra, é o meu coração perverso. Não é a injustiça social, é o meu coração avarento. Quando você percebe esta verdade a seu respeito, a única coisa que você pode fazer é clamar como Davi: “Tem misericórdia de mim, ó Deus”. Davi tem consciência da sua culpa, mas não pára aí. Só sentir o peso do pecado pode levar ao remorço, a auto-destruição ou a depressão.

Davi não engoliu o veneno. Ele não fugiu de Deus, ele correu para Deus, desejou ser perdoado e purificado, diferente de Adão e Judas que pecaram e fugiram de Deus. Muitos ao pecarem fogem de Deus. Esse é o caminho oposto ao arrependimento. Davi quis Deus pois sabia que só Deus podia restaurá-lo. Deus não rejeita quem tem o coração quebrantado. A cruz foi onde Jesus morreu pelos nossos pecados. Quando nos voltamos para a cruz, encontramos uma fonte de cura, resturação e perdão. Se confessarmos os nossos pecados, Deus é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar. (Jo 1.9) O homem que não percebe que precisa de perdão não é cristão.

Pr. Aluízio A. Silva
fonte: www.IgrejaVideira.com


Palavra da Célula 18 de Novembro 09 – Morte na Panela

novembro 18, 2009

 

Aquela era uma época de grande fome na terra (2Rs 8.1; 6.24-30). O povo andava inquieto. As pessoas viviam desesperadas, sôfregas, procurando alimento por toda parte. Estavam prontas para comer qualquer coisa que lhes acalmasse a fome. Até mesmo a cabeça de um jumento era vendida por 80 ciclos de prata.
 
Nesse tempo Eliseu palestrava no seminário para os discípulos dos profetas. Embora houvesse escassez de pão na terra, havia abundante pão do céu. Eliseu manda fazer um cozinhado, mas o homem que saiu ao campo a procura de ervas trouxe veneno em vez de alimento. E quando todos já estavam se fartando da refeição, soou o grito: “Morte na panela ó homem de Deus.” A morte espiritual tem início no prato que comemos. Quero extrair algumas lições para a nossa reflexão:
 
1. A morte na panela pode existir até mesmo dentro de uma estrutura sólida e organizada
Em uma igreja de estrutura sólida e organizada, podemos observar:
 
• Ensino
Aqui estão os estudantes de teologia do seminário de Eliseu, na Escola de Profetas. Estão diante de um grande professor, um homem de Deus santo e de poder. Um homem que jamais negociou seus absolutos nem mercadejou seu ministério. Nesse tempo é que houve esse dramático clamor: “Morte na panela ó homem de Deus.”
 
• Comunhão
A fome, a pobreza e a crise estavam longe de quebrar a comunhão dos filhos dos profetas, mas os estreitou ainda mais entre si. Eles estavam juntos na crise. Mas em uma comunidade onde reina comunhão pode existir “morte na panela.”
 
• Uma liderança forte e ungida
Eliseu era um profeta de grande destaque em Israel. Era um santo em quem repousava o Espírito do Senhor. Se mesmo num ambiente assim estamos sujeitos a riscos, imagine o que pode acontecer com igrejas independentes onde não há zelo pela Palavra e nem cobertura espiritual? Precisamos ter cuidado com isso, pois podemos estar apenas enviando alguém para comer em panelas cheias de morte.
 
2. A morte na panela é realidade espiritual em algumas igrejas
 
Os homens estão como ovelhas inquietas, famintas e sem o cuidado do pastor. Estão buscando pastos verdes. E quando encontram novidades, logo as abraçam com sofreguidão. Há muitos ensinos arrojados, desafiadores, bonitos e impactantes, mas que não são bíblicos, são venenosos.
 
• Tenha cuidado com o fruto venenoso
Os discípulos dos profetas comeram veneno pensando estar se alimentando de algo bom. Acharam parecido. O joio é parecido com o trigo. Mas um é veneno, o outro é alimento. Normalmente, seitas como Testemunha de Jeová, Mórmons e Adventistas têm muito ensino bíblico em sua doutrina, têm muita coisa boa e certa, mas há negação e distorção de verdades essenciais do cristianismo. O todo do Evangelho fica comprometido.
 
• Meias verdades são mais venenosas que mentiras
O perigo de ser enganado pelas aparências. Às vezes, as coisas não são o que parecem. A meia verdade é mais perigosa que a mentira, pois se torna mais sutil, menos perceptível, por isso mais penetrante. Precisamos exercer discernimento (Hb 5.14). Não podemos comer todo alimento que se serve em nome de Deus. Existem muitas pregações fantásticas, ensinos arrebatadores que mexem com as emoções e sacodem as estruturas da vida humana. O diabo gosta de citar a Bíblia. Ele citou a Bíblia para Jesus no deserto. Assim, nem todos que andam com a Bíblia pregam o Evangelho em sua plenitude (Mt 4.1-10).
 
3. Como perceber o veneno na panela?
A morte na panela é aquela que vem misturada com o ensino aparentemente correto. Como perceber quando um ensino é cheio de morte?
 
• Quando diminui nosso compromisso e consagração;
• Quando nos desmotiva a tomar a cruz;
• Quando nos torna mais tolerantes e liberais com o pecado;
• Quando diminui nosso desejo de participar da adoração ao Senhor;
• Quando nos afasta da comunhão com os irmãos;
• Quando o ensino distorce a palavra pura do Evangelho;
• Quando faz com que o mundo pareça normal e aceitável.
 
4. A morte na panela pode ser removida
 
• A cura pela árvore cortada (Ex 15.23-26)
Em algumas versões se diz que Moisés lançou o madeiro nas águas. O madeiro aponta para a cruz. A cruz quando aplicada tem o poder de transformar as fontes do nosso coração.
 
• A cura pelo sal (2Rs 2.19-21)
Eliseu curou os manaciais de água através do sal, o qual não poderia faltar na oferta de manjares (Lv 2.13). É chamado de sal da aliança. A aliança é figurada pelo sal porque este tem a propriedade de tornar as coisas incorruptíveis, ou seja, não apodrecem. Isso nos indica que a aliança de Deus é eterna e imutável.
 
• A cura pela farinha, a Palavra no poder do Espírito Santo
A farinha procede do trigo. O trigo, todos nós sabemos, refere-se ao Senhor Jesus (Jo 12.24). O Senhor Jesus é esse trigo que caiu na terra e morreu para produzir muitos grãos (2Co 4.10-12). A vida que está no grão de trigo só pode fluir se a semente morrer. A casca deve ser quebrada para que a semente germine. Isto nos fala de quebrantamento.

Quando somos quebrados, a vida de Jesus que está em nosso espírito flui para alimentar os outros.

A morte é afastada quando colocamos na panela a genuína Palavra de Deus. Hoje muitas igrejas não querem doutrina, só querem experiência. É tempo de buscarmos um avivamento que tenha a Bíblia como centro, como aconteceu no avivamento apostólico e nos outros grandes avivamentos ao longo da história.
 
Pr. Aluízio A. Silva
fonte: www.IgrejaVideira.com 

 


Você sabe evangelizar?

novembro 12, 2009

infinite_eightMcLaren levantou oito fatores que devem influenciar a evangelização hoje, de forma bem sumarizada, listo-os abaixo:

1. O Fator Relacional: O que conta são os relacionamentos que levam às conversas espirituais. Você começa o evangelismo não por ser religioso, mas em ser humano, no relacionamento, não em mostrar as regras religiosas e a devoção do dia a dia.

2. O Fator Narrativo: Ouça suas histórias, divida sua história e divida a história de Deus, não somente fórmulas ou proposições

3. O Fator Comunidade: Aguarde que a conversão ocorra normalmente no contexto de vida em uma comunidade autêntica e que não se restrinja ao contexto de busca de informações.

4. O Fator da Jornada: Veja o discipulado visando um processo holístico que não tem um ponto final, não visando somente o evento da conversão.

5. O Fator Espírito Santo: Creia que Deus trabalha “por fora” em todas as pessoas (tanto trabalhando nas pessoas cristãs para trazer outros para fé tanto nelas mesmo para cruzarem a linha da fé), não somente “dentro” da igreja.

6. O Fator do Aprendizado: Veja o evangelismo como parte de seu discipulado – não somente para o aprendizado da outra pessoa.

7. O Fator Missionário: Veja o evangelismo como recrutar pessoas para a missão de Deus na terra, não somente para levá-los ao céu.

8. O Fator Serviço: Veja evangelismo como uma face de nossa identidade como servos.

Fonte : Fonte


Palavra da Célula 28 outubro 09 – Paulo, o discipulador de Timóteo

outubro 26, 2009

discipuladoQualquer um que se coloca como pai espiritual, discipulador, precisa manifestar as qualidades de Paulo. Vamos ver algumas delas:

1. Mantinha um relacionamento de pai e filho


Paulo trata Timóteo repetidas vezes como filho (1Tm 1.2;18; 2Tm 1.2;2.1). Vivemos em uma geração de muitos líderes órfãos, líderes que nunca aprenderam a ser filho e que por isso não conseguem exercer uma paternidade espiritual livre e saudável. Precisamos desesperadamente que o Senhor restaure em nós esse tipo de relacionamento.

2. Era amoroso

É precioso ver como Paulo se referia a Timóteo. Não espere ter discípulos se você não consegue expressar amor. Sabemos como a expressão do amor de um pai é vital para o crescimento e a identidade do filho. Há filhos que são gerados e outros que são adotados, mas em ambos os casos devemos amá-los incondicionalmente.

3. Era intercessor


Paulo orava por Timóteo de noite e de dia. Quando amamos um filho, oramos por ele; quando amamos um discípulo, temos encargo pela sua vida. Deixar de orar por um discípulo é sinal de indiferença e relacionamento superficial. É um grande privilégio ter um discipulador intercessor.

4. Mantinha intimidade

Paulo se lembrava das lágrimas de Timóteo. Isso significa que ele tinha liberdade para chorar diante de Paulo. Ele não se envergonhava disso. Em um verdadeiro relacionamento de discipulado, é normal deixar o coração transparecer. Temos liberdade para chorar e para celebrar.

5. Alegrava-se em estar junto

Paulo ficava ansioso para ver Timóteo e assim, transbordar de alegria. Um relacionamento de discipulado onde não há alegria na comunhão, no simples estar junto, certamente não está correto. É preciso avaliar onde está o problema.

6. Era benígno


Paulo tinha a atitude resoluta de enxergar em Timóteo suas qualidades e virtudes. Paulo não insistia que seu discípulo precisava melhorar, mas comunicava-lhe uma profunda aceitação. Não questionava a fé de Timóteo, mas simplesmente presumia o melhor a respeito do filho.

7. Desafiava ao crescimento

Todo discipulador precisa admoestar e exortar o discípulo ao crescimento. Paulo sabia do potencial e da unção que havia em Timóteo. Ciente disso ele desejava levar seu discípulo a ser plenamente útil nas mãos de Deus. Precisamos acreditar em nossos discípulos e no potencial deles sob a unção do Espírito Santo.

8. Transferia unção

No Novo Testamento Paulo é exemplo de que há poder na imposição de mãos e que, de fato, existe transferência de unção no discipulado (Nm 11.16,17). O Senhor vai transferir o espírito que está em você e compartilhá-lo com seus discípulos. Você consegue perceber como é sério ser e ter um discipulador? Entenda a responsabilidade, o discipulador é o padrão para o discípulo. Deus vai transferir o que você tem e compartilhar com os discípulos.

9. Discernia a condição espiritual do discípulo

Paulo sabia das dificuldades de Timóteo. Primeiro ele era jovem demais (1Tm 4.12) e isso certamente o fazia tímido e inseguro. Além disso, Paulo sabia que Timóteo era propenso a doenças (1Tm 5.23). Mas o principal é que Timóteo tinha mais tendência a apoiar-se em outros do que a liderar.

10. Ensinava por palavras e por demonstração

Paulo mostrou a Timóteo como ensinar e viver (2Tm 3.10,11). Ele desafiava Timóteo a reproduzir o que recebeu dele. Mais que isso, desafiava-o a multiplicar-se discipulando as pessoas certas para que estas, por sua vez, transmitissem às outras o que receberam. 

Vamos ver algumas características de Timóteo que nos mostram como deve agir um bom discípulo:

1. Tratava seu discipulador como pai espiritual (1Co 4.17)

O discípulo antes de qualquer coisa deve aprender a ser filho. Em Hebreus diz que o Senhor teve de aprender a obedecer (Hb 5.8). Ele era Deus e nunca teve que obedecer ninguém. Ele era Deus, mas teve de aprender a ser filho. Para aprender a ser pai, antes precisamos aprender a ser filho.

2. Imitava seu discipulador (1Co 4.14-16)

Os coríntios não imitavam Paulo, mas este se colocou como um modelo a seguir, um exemplo. Evidentemente todo discipulador possui falhas, mas o discípulo que tem um coração correto sempre terá de Deus o discernimento do que deve ser imitado.

3. Era um cooperador (Rm 16.21)


Todo discípulo é também um cooperador. Um líder em treinamento coopera com o líder da célula enquanto é discipulado por ele. É exatamente enquanto cooperamos que aprendemos.

4. Era fiel ao discipulador (1Co 4.17)


O discípulo não murmura com terceiros a respeito das falhas do discipulador ou dos problemas que possa ter de enfrentar. A relação entre ambos tem de ser de mútua transparência. O discípulo é um escudeiro para seu discipulador, o protege e até o carrega quando pode. A lealdade é a condição vital para que aconteça uma relação de discipulado.

5. Era confiável (Fp 2.20)

Tornamo-nos confiáveis quando somos transparentes. Um bom discípulo abre seu coração com o seu discipulador. Também nos tornamos confiáveis quando nos permitimos ser tratados. Apenas ser transparente não nos qualifica, mas quando somos transparentes e nos permitimos ser tratados e disciplinados, conquistamos uma posição de confiança.

6. Tinha o caráter aprovado (Fp 2.22)


Todo discípulo precisa ser humilde e ensinável, não deve rejeitar correções. Ele deseja ouvir a avaliação de sua vida e de seu ministério, de modo que possa crescer. Creio que ser ensinável é a característica mais importante de um discípulo, pois se precisar de correção em quaisquer outras áreas, será possível trabalhá-las sem grandes conflitos.

7. Tinha o coração sincero (2Tm 1.5)


A meu ver, a maior responsabilidade para um bom relacionamento de discipulado está sobre o discípulo. Normalmente o discipulador possui muitas ocupações e, por isso o discípulo deve fazer os ajustes necessários para se adaptar à rotina do discipulador. Ele deve ter a iniciativa de buscar o discipulador e assegurar que o relacionamento cresça gradualmente (Hb 13.17).

Pr. Aluízio A. Silva

Fonte: www.IgrejaVideira.com


Palavra da Célula – Os 9 tipos de jejum (Is 58.1-12)

setembro 22, 2009

liliana_dinner_prayerÉ importante aprender nessa passagem os tipos de jejum que não agradam a Deus e compreender os tipos que ele escolhe. Dos versos 6 a 9 nos mostram 9 tipos de jejum que podemos encontrar na palavra de Deus. Para exemplificar e esclarecer a importância dessas nove razões para jejuar, escolhi nove personagens bíblicos cuja vida ilustra cada um dos aspectos mencionados por Isaías.

1. O jejum do discípulo (Mt 17.21)

O objetivo é “soltar as ligaduras da impiedade” (Is 58.6). Buscar libertação da escravidão do pecado e do diabo para si mesmo ou para outros. Existem certas castas de demônios que só saem pela oração acompanhada de jejum. Os discípulos não jejuavam, por isso não puderam libertar o garoto. 
Atitudes: Renuncie a todo controle falso do inimigo; reconheça o auto-engano; perdoe para vencer a amargura; submeta-se à autoridade de Deus e da Igreja; assuma responsabilidades pessoais e livre-se das influências pecaminosas. 

2. O jejum de Esdras (Ed 8.23)

O objetivo é “desfazer as ataduras da servidão” (Is 58.6). Resolver problemas, invocar a ajuda do Espírito Santo, aliviar pesos e superar barreiras que nos impedem de caminhar com alegria diante do Senhor. Deus já havia liberado a benção de voltar para a terra de Israel, mas haviam inimigos no caminho que tentavam bloquear a bênção. No mesmo princípio, já temos a bênção do Senhor, mas às vezes precisamos romper com pesos e resolver problemas. 
Atitudes: Escolha os que se comprometerão a jejuar com você; compartilhe o problema para ser ajudado; jejue com seriedade a espera de orientação antes de tentar uma solução própria . 

3. O jejum de Samuel (1Sm 7.6)

O objetivo é “por em liberdade os oprimidos” (Is. 58.6). Para ganhar almas, se identificar com pessoas escravizadas, orar e ser usado por Deus para tirar pessoas do reino das trevas e trazê-las para o reino de Deus. É o jejum do avivamento. Samuel jejuou para que Israel fosse liberto do pecado. 
Atitudes: Convoque a célula para reunir-se e jejuar (v.5,6); demonstre arrependimento genuíno (v.3,6); afaste-se do pecado secreto; faça a confissão do pecado pelo grupo (Dn 9); espere a liberação de uma Palavra de Deus (1Sm 3.1); faça do seu jejum um símbolo de sua atitude. 

4. O jejum de Elias (1Rs 19. 4-8)

O objetivo é “despedaçar todo jugo” (Is 58.6). Superar problemas emocionais ou mentais que controlam nossas vidas e devolver o controle ao Espírito do Senhor. Embora não se diga que foi um jejum, Elias deliberadamente ficou sem se alimentar enquanto fugia de Jezabel. Depois desse jejum, ele foi ministrado no monte do Senhor. 
Atitudes: Prepare-se fisicamente e emocionalmente (v.5-8); reconheça seus limites; vá para um lugar onde você possa encontrar- se com Deus; jejue para ouvir a palavra do Senhor (v.9); deixe que a Palavra de Deus revele sua franqueza; confesse sua fraqueza diante de Deus (v.10); não espere sempre manifestações extraordinárias de Deus (v.11-13) e veja Sua palavra de maneira positiva (v.15,16). 

5. O Jejum da viúva (1Rs 17. 13-16)

O objetivo é “repartir o pão faminto e abrigar o pobre desamparado” (Is 58.7). Suprir as necessidades básicas das pessoas que estão ao nosso derredor. Deus enviou o profeta Elias a uma viúva pobre que estava prestes a morrer de fome. Mas Elias em vez de dar-lhe comida, pediu o que ela tinha para ele mesmo. Quando a viúva resolveu dar ao profeta a última comida que lhe restava, ficando ela mesma de jejum, o Senhor fez o milagre da multiplicação. 
Atitudes: Volte-se para o seu próximo; reconheça as próprias bênçãos; separe uma parte do seu próprio suprimento para suprir outros; jejue e ore para receber orientação de Deus; ore por aqueles a quem você ajuda; identifique-se com o sofrimento dos outros. 

6. Jejum de Paulo (At 9.9)

O objetivo é “romper a luz como a alvorada” (Is 58.8). Quando temos de tomar decisões cruciais, precisamos permitir que a luz de Deus venha trazer discernimento e uma perspectiva esclarecedora. Depois de encontrar com o Senhor no caminho de Damasco e ficar cego, Paulo começou a jejuar e, no final deste jejum, Ananias foi enviado a ele para que voltasse a ver e fosse batizado. 
Atitudes: Separe tempo para ouvir o Senhor; faça uma auto-avaliação honesta; deixe de lado o seu esforço e renda- se a Deus; procure um lugar apropriado para orar; aplique-se à oração e obedeça o que você ouviu de Deus. 

7. O Jejum de Daniel (Dn 1.8)

O objetivo é “a tua cura brotará sem detença” (Is 58.8). Para conseguir uma vida mais saudável ou receber cura para alguma enfermidade. Daniel se absteve de alimentos pagãos e manjares do rei para honrar a Deus. No final, o resultado foi que ele estava mais saudável que os demais da corte do rei. 
Atitudes: Tenha um compromisso espiritual no seu jejum; faça do seu jejum um tempo de disciplina; ore para compreender onde há pecado na sua dieta alimentar; faça do seu jejum uma declaração de fé; entenda que o próprio jejum é um meio legítimo de ter saúde física. 

8. O jejum de João Batista (Lc 1. 15)

O objetivo é “a tua justiça irá adiante de ti” (Is 58.8). Que o nosso testemunho e influência do sal do Senhor em nossas vidas sejam realçados diante das pessoas. João Batista tinha o jejum como estilo de vida, pois era nazireu, não bebia nada que viesse da uva. Isso o caracterizava como alguém separado pelo senhor para uma missão especial. 
Atitudes: Faça do seu jejum uma proclamação de sua separação para Deus; decida ser alguém que possui uma vida devotada a Deus; trabalhe com a possibilidade de fazer do jejum um estilo de vida; registre por escrito o testemunho que você deseja obter e submeta seu estilo de vida a Jesus. 

9. O Jejum de Ester (Et 4.16; 5.2)

O objetivo é que “a Glória do Senhor esteja sobre nós” (Is. 58.8). O jejum de Ester não foi para poupar a própria vida, mas para que a Glória do Senhor se manifestasse livrando o seu povo. 
Atitudes: Reconheça o inimigo como a origem do perigo; entenda a natureza da batalha espiritual; reconheça o poder de Deus para guardá-lo; jejue para vencer a cegueira espiritual; entenda que o jejum é apenas parte do processo e que jejum para a batalha são mais efetivos quando feito em grupo.

Pr. Aluízio A. Silva

fonte: www.IgrejaVideira.com


Palavra da Célula 16.set.09 – Uma vida cheia do Espírito ( Jo 3.8)

setembro 15, 2009

 

Palavra da Célula

Palavra da Célula

A vontade de Deus é que seus servos dêem muitos frutos. Não tenha dúvida disso, porém, isso só é possível através de uma vida cheia do Espírito (Lc 24.49). Esse é um dos primeiros requisitos para que o avivamento aconteça no nosso meio.

Uma vida cheia do Espírito será traduzida em pelo menos dois elementos. São eles:

1. Poder do alto

 

A razão porque não somos mais prósperos é que não contamos com o Espírito Santo entre nós, em poder e energia, como nos tempos primitivos. Uma hora de trabalho, no poder do Espírito, pode realizar mais do que um ano de trabalho na energia da carne. E o fruto permanecerá para sempre (Jo 3.6; 1Co 2.4).

2. Convicção do pecado

É necessário que o pecado seja profundamente sentido, antes de poder ser lamentado. Os pecadores devem sentir tristeza, antes de receber consolo. É necessário um profundo arrependimento e convicção de pecado antes que venha a glória de Deus.

A falta do poder e da glória de Deus devia ser considerada como prova de inaptidão para o pastor, o diácono, presbítero, discipulador, líder de célula ou até mesmo para um professor de escola cristã (Jo 15.5). Os seminários não devem recomendar ninguém às igrejas, se ele não tiver obtido o grau mais elevado: o revestimento do poder do alto. 

Buscamos o avivamento, contudo, para que ele seja gerado, devemos cumprir com algumas rotinas espirituais:

1. Oração (Is 66.8)

As almas não são salvas pelo homem, e sim por Deus. Ele opera em resposta à oração, não temos outra alternativa. A oração movimenta o braço divino, que põe o avivamento em ação. A conversão é uma operação efetuada pelo Espírito Santo, e a oração é o poder que a assegura.

2. Comunhão com o espírito santo

Os nossos dias, mais do que nunca, precisam de homens que vivam em plena comunhão com o Espírito, que sejam íntimos do Espírito Santo. Na Bíblia, comunhão significa : 

a. Presença 
b. Confraternização 
c. Compartilhamento
d. Participação
e. Intimidade
f. Amizade 
g. Camaradagem

O Espírito Santo é uma pessoa, mas Ele também pode ser reconhecido através de alguns símbolos, entre eles o vento.

O vento

Normalmente, temos padrões de pensamentos estabelecidos a respeito de quase tudo na vida, inclusive a respeito de como o Espírito se move. A vida cristã é Cristo se movendo e existindo em nós. Se estivermos fora de tal mover, estamos fora do avivamento e somos os mais miseráveis. Quais são as características desse mover:

1. O Espírito é livre para agir

Não há nada que você possa fazer a respeito do vento, para Ele não há proibições. Não há governos, nem decretos, não há papa nem apóstolo que lhe dê ordens, ninguém pode impedi-lo de soprar e nem obrigá-lo a tal. 

2. O Espírito obedece às Suas próprias leis

Deus pode ungir quem nós menos esperamos, e não ungir quem esperamos. Nenhum dos profetas que escreveram a Bíblia vieram das escolas dos profetas. Eliseu estava no campo; Amós estava na fazenda; Oséias estava na padaria; Jeremias e Ezequiel estavam no meio do povo.

3. Ouve-se a Sua voz


Avivamento é fruto de ouvir a voz do vento. Felipe ouviu a voz do Espírito em Samaria e foi para o deserto, quando estava no meio de um forte mover. Se você se apegar ao seu passado e exigir que Deus faça o que você considera importante e desejável, você jamais obterá o fluir do Espírito. 

A pessoa 

Dissemos que o Espírito Santo é uma pessoa. Aqui, precisamos explicar algo: não podemos resistir ao vento, mas podemos resistir à pessoa do Espírito e impedi-lO de operar. Resistimos ao Espírito Santo todas as vezes que nos opomos à Sua Palavra e à Sua vontade para nossa vida; todas as vezes que fazemos prevalecer nosso querer em detrimento do dEle, ou pior, quando ignoramos o Seu querer. 

Você, alguma vez, já entristeceu alguém que você ama muito? Não há ninguém que o ame mais que o Espírito Santo e Ele pode ser entristecido por você. O que pode entristecer o Espírito? Amargura, cólera(raiva), ira(ódio), gritaria(confusão), blasfêmias(insulto, irreverência), malícia(maldade, astúcia, má fé) e furto (Ef 4.30,31).

Até aqui, entendemos que precisamos cumprir alguns requisitos para sermos cheios do Espírito; entendemos ainda que ele pode ser resistido. Falamos que precisamos ter comunhão com Ele, mas ainda não falamos como fazemos isso. Só existe um jeito, a entrega.

Entrega

É como no casamento, um ato altruísta de rendição amorosa. Se você quiser separar partes para serem só suas, seu relacionamento não poderá ser pleno. Só uma entrega total produz comunhão total.

Quando um cônjuge ignora o outro, dá-se início um caminho de animosidade e amargura que pode, muitas vezes, culminar até mesmo em divórcio. A mesma coisa acontece quando você negligencia o Senhor, você irá sentir amargura e raiva, como aconteceu com o povo de Israel no deserto (Nm 14.2,3;27). 

Eles deixaram de buscar ao Senhor e seus corações se endureceram. O resultado disso foi que eles morreram no deserto. O mesmo Espírito que mostrou-se essencial para a obra terrena de Cristo é necessário para você. Ele é indispensável. Ele quer fazer uma entrada triunfal em sua vida. E o convite de hoje é: entregue-se a Ele totalmente!

Naor Pedroza

fonte: www.IgrejaVideira.com


Palavra da Célula – Os três avanços do Pecado

julho 30, 2009

sentada joelhos fechadosTodo pecado é uma grande fraude. Ele promete prazer e paga com desgosto; propagandeia a liberdade, mas nos escraviza; levanta bandeira da vida, mas seu salário é a morte; tem aroma sedutor, mas no fim seu cheiro é de enxofre.

Só os loucos zombam ou brincam com o pecado. Ele é a expressão de tudo aquilo que é maligno; é pior que pobreza, solidão ou doença; é pior até que a própria morte, pois nem ela pode tragá-lo, porque uma pessoa morre e continua em tormento eterno por conseqüência do pecado.
O pecado arruína o seu corpo, faz desfalecer a sua alma e impede o seu espírito de comungar com o Pai. E para aqueles que não foram salvos, o pecado garante o sofrimento eterno no lago de fogo e enxofre sem nenhuma esperança de redenção! “Quem não crê já está condenado” (Jo 3.18).

As conseqüências dos pecados

Com o passar do tempo, em nossa carreira cristã, passamos a ignorar as desgraças do pecado.
Esquecemos que para libertar o homem do pecado, Deus teve que Se fazer homem, despir-Se de Sua glória e tomar na cruz do calvário o justo juízo que deveria cair sobre nós! O cálice eterno da ira de Deus!

Em outras palavras, é como se em um único momento, Jesus suportasse o sofrimento eterno que todos os homens,
de todas as épocas, deveriam sofrer. A cruz foi muito mais do que os espinhos e os cravos!
O pecado no fez inimigos de Deus, antes da reconciliação(Rm 5.10). Imagine a nossa situação antes de sermos
salvos: Deus era o nosso inimigo. Quem poderia nos salvar? Mas não é porque fomos reconciliados com Deus, através
de Jesus Cristo, que podemos andar de qualquer forma ou falar qualquer coisa. Muitos temem o que os homens podem fazer contra nós, mas Jesus nos mostra que devemos temer apenas Aquele que tem o poder para lançar no inferno (Lc 12.5).

O pecado de Davi

Davi foi conhecido como um homem segundo o coração de Deus, mas sentiu na pele e na alma a tragédia do pecado.
A história cristã está repleta de gigantes espirituais que sucumbiram aos convites do pecado, manchando
o seu testemunho. Através do doloroso testemunho da queda de Davi, relatado no segundo livro de Samuel, entendemos que o pecado nos conduz a três avanços:

1. Leva-nos mais longe do que queríamos ir;
2. Retém-nos por mais tempo do que gostaríamos de ficar;
3. Custa-nos mais caro do que queríamos pagar.

Vamos analisar cada um deles mais detalhadamente.

1. Mais longe do que queríamosir Quando Davi viu Bate-Seba se banhando e deixou a cobiça crescer dentro de si até cometer o adultério,jamais imaginou que o caminho pelo qual estava entrando era um caminho de morte (2Sm 12.1-9).
Talvez pensasse que seria apenas uma aventura de verão. Mas, o pecado nunca é passageiro ou superficial. Seus efeitos são profundos e mais duradouros do que se pode imaginar (2Sm 12.10-15).

O pecado de Davi lhe trouxe conseqüências desastrosas.

Ele perdeu sua autoridade espiritual sobre sua família e sua casa desmoronou diante de seus olhos. Davi colheu
os frutos amargos de sua maldita semeadura.
Muitas pessoas passam a vida inteira chorando por uma decisão errada e praticada em questão de instantes. Pagam
um alto preço por uma desobediência!

2. Mais tempo do que gostaríamos de ficar

Como Davi não calculou custo do seu interesse por Bate-Seba, ele foi dominado pela concupiscência dos olhos
e pela paixão da carne. O adultério com Bate-Seba teve desdobramentos dolorosos para Davi, sua família e toda
nação de Israel.

O pecado de Davi não atingiu apenas a ele e sua geração, mas também a todas as gerações posteriores. Durante
todos os séculos que se seguiram a esse pecado, ele tem sido relembrado e a memória de Davi manchada! Palavra da Célula

Davi, o fi el pastor de ovelhas, o inspirado compositor, o grande músico, o infl uente líder, o rei conquistador que
ergueu um exército de valentes em meio a homens amargurados de espírito e endividados, manchou sua história
pelo pecado e seus terríveis desdobramentos!

Como fruto do adultério, Bate-Seba engravidou-se de Davi.

A criança adoeceu gravemente e apesar das insistentes petições de Davi, a criança morreu. Seu pecado durou
muito mais tempo que o desejo que o dominou. O que era para ser apenas um tempo de prazer, se converteu
em queda, angústia e juízo. O pecado é como a nascente de um grande rio, no seu nascedouro as águas são rasas. Mas depois, com a soma dos muitos afluentes, esse rio se torna intransponível e inadministrável.

3. Mais caro do que gostaríamos de pagar

O pecado de Davi lhe custou muito caro. Durante muito tempo, ele viveu atrás de máscaras, escondendo o seu
pecado e atraindo sobre o justo juízo de Deus sobre si (Sl51.3). 
A mão de Deus pesava sobre ele dia e noite e abatia o seu vigor (Sl 51.8). Davi perdeu sua reputação e ainda
os ímpios blasfemaram do nome de Deus por sua loucura (2Sm 12.14)!
Além disso, ele teve que administrar outras perdas. Sua filha Tamar, foi violentada pelo próprio irmão Amnom. Absalão,
irmão de Tamar, mandou matar a Amnom para vingar o que este havia feito com ela.
Depois, Absalão se rebelou contra Davi, seu pai, para tirar-lhe a vida e tomar-lhe o reino. Nessa seqüência de
desgraças, Absalão foi assassinado por Joabe, comandante do exército de Davi. Isso, apenas para citar alguns
valores cobrados pelo diabo, como conseqüência de um pecado que, a seu tempo, não foi rejeitado.

A restauração

É tempo de arrependimento. Deus nos chama hoje para mudarmos nossa vida. Podemos por um tempo esconder
o nosso pecado, mas ele não fi cará encoberto. O tempo em que ele permanece encoberto é o tempo da misericórdia
e da graça de Deus. Este é o tempo que o Senhor nos está dando para o arrependimento brotar do nosso coração.
Há um caminho de volta, e esse caminho está des crito na primeira carta de João: Se dissermos que não temos pecado, enganamonos a nós mesmos, e não há verdade em nós.
Se confessarmos os nossos pecados, ele é fi el e justo para nos perdoar os pecados, e nos purifi car de toda a injustiça. (1Jo 1.9)

Só haverá restauração depois que houver arrependimento genuíno. O primeiro fruto do arrependimento é a confissão. 
Diante da confissão, o Senhor nos perdoa e nos purifica de toda injustiça.

Roberto Coelho
fonte: www.IgrejaVideira.com


Célula do dia 22.Julho.09

julho 22, 2009

Fogo do Senhor

O TEMOR DO SENHOR

Os filhos de Arão tentaram fazer uma oferta a Deus, mas algo deu errado e, quando o fogo veio, consumiu a cada um deles. Diante dessa situação, a Bíblia nos diz que o Senhor mostrará a Sua santidade naqueles que se achegam a Ele. 
Alguém pode perguntar: “Se o Senhor fará isso, por que Nadabe e Abiú foram consumidos?”. Eles foram consumidos porque não havia temor no coração deles. O Senhor nunca Se manifesta onde Ele não é reverenciado, onde não há temor devido. 
Se você tem tratado por comum aquilo que Deus chama de santo, então é tempo de arrependimento na sua vida. A verdadeira adoração está ancorada em uma reverência a Deus (Sl 5.7): O temor é algo que deve estar em nós se queremos nos achegar diante de Deus. Como podemos respeitar e honrar a Deus devidamente se per-manecemos inconscientes da Sua grandeza, do Seu poder e da Sua santidade?

Pouco temor, muita religião

Pois quem nos céus é comparável ao SENHOR? Entre os seres celestiais, quem é semelhante ao SENHOR? Deus é sobremodo tremendo na assembléia dos santos e temível sobre todos os que o rodeiam. (Sl 89.6,7).
O grande problema entre nós hoje é que Ele veio para os Seus, mas eles não O receberam (Jo 1.10,11), não tiveram temor. Muitas pesso¬as entre nós estão sofrendo porque perderam o temor de Deus. Perder o temor de Deus significa não respeitar, não ter temor daqueles que Deus estabeleceu na sua vida como líder.

Muitas vezes estamos preocupados meramente em cumprir regras dentro da igreja, mas Deus quer saber se há temor no nosso coração, porque a lei do

espírito da vida, em Cristo Jesus, nos liberta da lei da morte e do pecado (Rm 8.2). A lei do espírito da vida é o temor no coração. Então, quando o pecado bate a porta, o negamos, não porque alguém nos ensinou a fazer isso, mas porque, conhecemos ao Deus que servimos.
Lemos em Isaías esta séria declaração: “[...] este povo se aproxima de mim e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim, e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, que maquinalmente aprendeu” (Is 29.13).

Então, as pessoas dão o dízimo e a oferta, não porque temem a Deus, mas porque temem o devorador, porque alguém as ensinou assim. As pessoas andam corretamente no trânsito buscando dar um bom testemunho. Ótimo, mas é pouco! Jesus ensinou que as pessoas estavam preocupadas com a Lei, e ela diz: “Não adulterarás”; mas, quando há o temor no coração, ele não apenas nos impede de adulterar, ele nos impede de desejar uma mulher com olhos impuros. A Lei diz para não matarmos, então, quando estamos com raiva, contamos até três e domamos o leão dentro de nós. Quando tememos a Deus o leão não precisa ser domado, porque o temor mata o leão. 
Só anda em santidade quem teme a Deus. Aquele que teme não vai a qualquer lugar, não anda com qualquer pessoa, não escuta ou fala qualquer palavra, não sai fa]zendo qualquer coisa, porque tem revelação do Seu soberano, por isso tem temor daquilo que faz.

A falta de temor nos coloca no caminho de Lúcifer

Estes têm sido dias difíceis, na família, no trabalho, nas ruas, na política, na Igreja. Falta temor. Os homens hoje são arrogantes, atrevidos, desobedientes aos pais, tomados de pecado. São homens que “seguindo a carne, andam em imundas paixões e menosprezam qualquer governo. Atrevidos, arrogantes, não temem difamar autoridades superiores, ao passo que anjos, embora maiores em força e poder, não proferem contra elas juízo infamante na presença do Senhor” (2Pe 2.10,11).

Esses homens não têm temor daqueles que Deus colocou na vida deles, homens aos quais eles vêem; naturalmente não terão temor de Deus também. Se você não tem temor de Deus, não pode ter a glória que vem dEle. Muitos querem se relacionar com Deus sem temor, mas intimidade sem temor é juízo.

Temos visto hoje, dentro da Igreja, pessoas com espírito de rebelião, de rebeldia, independência, arrogância; pessoas cheias de conhecimento e argumentos, que não se submetem, não aceitam a Palavra de Deus e os líderes colocados na vida deles. São brutos irracionais, por isso padecem. Essas pessoas são frutos de famílias desestruturadas, sem limites, que não sabem o que é temor, que confundem o que é amar, porque pensam que amar é fazer tudo que o filhinho quer. Mas amar não é fazer tudo o que queremos, é fazer tudo o que precisamos.
Às vezes, a melhor solução para uma enfermidade será um remédio amargo e dolorido. Não devemos disciplinar nossos filhos por conta de coisas que são próprias de menino, mas devemos sempre discipliná-los quando eles se levantam para confrontar nossa autoridade.

Não fazemos isso para impor nossa autoridade, abusar da nossa posição, mas por amor, como representantes de Deus na vida deles. Se permitimos que eles se levantem contra nós, eles jamais nos temerão, e se não nos temerem, como pais, não temerão ao professor, ao policial, ao patrão, e crescerão como brutos irracionais (2Pe 2.12). 
Porque os amamos, os ensinamos e os tratamos. Essa é a base de um relacionamento saudável, algo construído com intimidade e temor. Isso traz bênção e proteção. Não é a toa que a Bíblia diz que o filho que se levanta contra o pai deve ser punido de morte (Êx 21.15). Esta é a causa, em grande parte, da morte prematura dos jovens desta geração: eles são rebeldes contra pai, contra mãe, contra líderes.
Sempre que assumimos a postura de insubmissão ou de rebelião contra as autoridades constituídas por Deus em favor da nossa vida, entramos pelo caminho de Lúcifer, o caminho da queda.

Conhecendo a Deus

Ninguém pode ter temor de Deus sem conhecer Sua grandeza e majestade. A criação fala apenas de uma centelha da glória de Deus. Pois, “Quem na concha de sua mão mediu as águas e tomou a medida dos céus a pal-mos? Quem recolheu na terça parte de um efa o pó da terra e pesou os montes em romana e os outeiros em balança de precisão?” (Is 40.12).
Tudo que Deus faz segue uma seqüência: ordem, glória e julgamento. Essa seqüência permeia toda a Bíblia. Deus deu uma direção para construção do tabernáculo; depois de construído, a glória de Deus encheu aquele lugar; então, vieram Nadabe e Abiú, em seguida Deus executou Seu juízo sobre eles. 
João Batista pregou o arrependimento e Jesus informou da chegada do reino de Deus. Eles estavam organizando. Depois de organizar, o Espírito Santo desce e a Igreja é batizada. Temos a Sua glória, mas, também o Seu juízo, quando Ananias e Safira mentem ao Espírito de Deus.

Servir a Deus é coisa muito séria. Nós temos procurado edificar a igreja porque queremos ver a manifestação da glória de Deus, não o Seu juízo. O julgamento de Deus tem sido adiado, mas não pode ser anulado. Todos nós estaremos de pé diante dEle um dia (2Co 5.10); isso deve produzir em nós temor.
Quando cultivarmos o temor de Deus, nossos relacionamentos serão radicalmente afetados: nosso relacionamento com nossos pais, filhos, líderes, esposo ou esposa serão profundamente transformados, porque bem nenhum falta àqueles que temem ao Senhor (Sl 34.9).

Pr. Naor Pedroza
fonte: www.IgrejaVideira.com

Versículos do dia

Para que entre vós não haja homem, nem mulher, nem família, nem tribo, cujo coração hoje se desvie do SENHOR nosso Deus, para que vá servir aos deuses destas nações; para que entre vós não haja raiz que dê veneno e fel; Deuteronômio 29:18

Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem. Hebreus 12:15

Louvor da Célula

Grande é  o Senhor

Adhemar de Campos

Grande é  o Senhor e mui digno de louvor

Na cidade do nosso Deus seu Santo monte

Alegria de toda terra

Grande é o Senhor em quem nós temos a vitória

E que nos ajuda contra o inimigo

Por isso diante dele nos prostramos

Queremos o seu nome engrandecer

E agradecer-te por tua obra em nossas vidas

Confiamos em teu infinito amor

Pois só tu és o Deus eterno

Sobre toda terra

e céus

Mais de Ti
Davi Silva

Precisamos da tua presença

E do fogo do teu Santo Espírito.

Desejamos toda sua Glória

Declaramos a tua vitória..aaa…….

| Senhor eu quero mais, mais  de    Ti
2x | Eu quero muito mais, mais   de        Ti
| Eu quero mais do teu amor, mais da tua unção Senhor

| Mais do teu poder

2x| Fomos chamados pra ti adorar, fomos criados pra teu louvor
|Fomos gerados pelo teu amor, teu amor oh Senhor

Teu fogo,   teu fogo,     teu fogo…  Vem   me    queimar

Ao Único

Ao único que é digno
De receber
A honra e a glória
A força e o poder
Ao Rei eterno, imortal
Invisível, mas real
A Ele ministramos o louvor.

Coroamos a Ti ó Rei Jesus
Coroamos a Ti ó Rei Jesus.

Adoramos o Teu Nome
Nos rendemos aos Teus pés
Consagramos todo nosso ser a Ti.

Como Zaqueu
Régis Danese

Como Zaqueu eu quero subir
No mais alto que eu puder
Só pra Te ver, olhar para Ti
E chamar Sua atenção para mim

Eu preciso de Ti Senhor
Eu preciso de Ti, oh Pai
Sou pequeno demais
Me dá a Tua paz
Largo tudo pra Te seguir

Entra na minha casa
Entra na minha vida
Meche com minha estrutura
Sara todas as feridas
Me ensina a ter santidade
Quero amar somente à Ti
Porque o Senhor é o meu bem maior
Faz um milagre em mim


De vez em quando dá vontade de monitorar alguém, né? Buraco negro

dezembro 5, 2008

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